A aprovação do texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o sistema tributário brasileiro e promove a reforma tributária aconteceu na última sexta-feira (7) na Câmara dos Deputados. Agora, o texto passará pela análise pelo Senado Federal a partir de agora.
Aprovação da reforma tributária faz o dólar despencar
O mercado financeiro brasileiro viu o dólar cair em decorrência da aprovação da reforma tributária. Saiba mais!
No entanto, essa mudança já causou impacto no mercado financeiro. Afinal, com a mudança tributária aprovada por uma das casas do Congresso Nacional, o dólar comercial registrou queda. Saiba mais informações sobre o assunto a seguir.
Queda do dólar após a reforma tributária
A última sexta-feira (7) foi acompanhada por importantes mudanças. Com a aprovação da reforma tributária na Câmara dos Deputados, o dólar comercial caiu para R$ 4,866. Isso representa um recuo de R$ 0,064 (1,3%).
Ao longo do dia, a queda ainda foi maior, visto que às 14h30, a moeda chegou a ser comercializada por R$ 4,85. Isso mostra que o mercado financeiro recebeu bem a votação da primeira fase da PEC, reagindo com otimismo. Por fim, o índice Ibovespa da B3 fechou com 118.898 pontos, uma alta de 1,25% na sexta-feira.
O cenário internacional também é favorável. Dados do Federal Reverse, o equivalente ao Banco Central dos Estados Unidos, indicam que os juros do país não vão aumentar e isso estimula o fluxo de capitais de países como o Brasil, por exemplo.
Como foi a votação?
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
A primeira fase para a aprovação da reforma teve sua conclusão na Câmara dos Deputados na última sexta-feira (7). Com 375 votos a favor, 113 contra e três abstenções no segundo turno, o próximo passo é a análise do texto pelo Senado.
A reforma visa simplificar o sistema tributário brasileiro, unificando cinco impostos em dois Impostos sobre Valor Agregado (IVAs). Um deles é a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substitui IPI, PIS e Cofins, cuja gestão se dará pela União. Já o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) unifica ICMS e ISS e terá a gestão compartilhada de estados e municípios.
Imagem: RHJPhtotos e Sittipong Phokawattana / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
