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Assessores de Bolsonaro, que estão presos, continuam ganhando salários de até R$ 13.600

Dois assessores do ex-presidente, Bolsonaro, continuam recebendo seus salários normalmente, mesmo depois de presos. Entenda!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Imagem do ex-presidente, Jair Bolsonaro, com camisa verde e amarela, sorrindo e apontando os dedos para frente, durante comício eleitoral.

Dois assessores do ex-presidente, Bolsonaro, continuam recebendo seus salários normalmente, mesmo depois de presos. Max Guilherme Machado de Moura e Sério Rocha Cordeiro foram presos na operação da Polícia Federal, que investiga irregularidades na vacinação da Covid-19.

Depois de quase 1 mês, ambos seguem recebendo os valores normalmente em suas contas. Max recebe em torno de R$6,2 mil, enquanto Cordeiro tem salário de R$13 mil.

A operação aconteceu no dia 3 de maio e prendeu — além dos já citados — Mauro Cid, Luís Marcos dos Reis, João Carlos de Sousa Brecha e Ailton Gonçalves Moraes Barros.

Entenda por que assessores de Bolsonaro continuam recebendo salário

Todo assessor de presidente tem direito a receber um salário, mesmo após a saída do presidente. Logo, Bolsonaro tem direito de manter seus assessores, no entanto, já que eles estão presos, é Bolsonaro quem deveria exonerar os funcionários.

Porém, o ex-presidente já declarou que não pensa em exonerá-los, pois são pessoas de confiança do ex-presidente. Assim, isso se torna uma situação de encruzilhada para o governo PT, já que a União segue pagando os salários dos presos.

Conheça a Operação Venire

Essa operação da Polícia Federal tem o objetivo de entender a inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 no sistema do Ministério da Saúde. As investigações ligam os assessores de Bolsonaro às ações falsas; assim, a Polícia cumpriu 16 mandados de busca e apreensão.

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Além disso, outros 6 mandados de prisão preventiva foram lançados em Brasília e no Rio de Janeiro. A operação prendeu alguns dos ex-integrantes do Gabinete de Segurança Internacional, ligados a Jair Bolsonaro.

Por fim, dentre os crimes investigados, os assessores de Bolsonaro podem enfrentar infração de medida sanitária preventiva, inserção de dados falsos em sistemas de informação, associação criminosa e corrupção de menores.

Imagem: Antonio Scorza/ Shutterstock.com

Amanda Sampaio

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Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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