Recentemente, a apreensão das joias de Bolsonaro ganhou ampla repercussão na mídia com a divulgação do caso. No entanto, um novo desdobramento curioso revela que um dos personagens envolvidos na operação é uma figura conhecida do público.
O auditor fiscal responsável por recusar a liberação dos itens faz parte de uma série de televisão conhecida pela apreensão de materiais suspeitos no aeroporto.
Joais de Bolsonaro foram apreendidas por auditor do seriado “Aeroporto: Área Restrita”
Mario de Marco Rodrigues Sousa, o auditor fiscal da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, responsável por apreender as joias de Bolsonaro, é um nome conhecido do público fã da série documental do Discovery+, Prime Video, Aeroporto: Área Restrita. O programa aborda as operações que acontecem nos principais aeroportos do mundo.
Entre as apreensões exibidas pelo programa estão casos de droga, produtos que entram irregularmente no país, produtos que apresentam riscos sanitários. No caso das joias de Bolsonaro, o portal UOL revelou que o então secretário da Receita Federal, Júlio Cesar Vieira Gomes, havia solicitado que Mario de Marco liberasse o pacote, no entanto o pedido foi recusado por falta de previsão legal.
Entenda o caso
A notícia da apreensão das joias de Bolsonaro veio a público na última sexta-feira (3), através do jornal Estado de S. Paulo. No entanto, o caso teria acontecido no dia 26 de outubro de 2021, no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
As informações são de que as peças teriam sido trazidas da Arábia Saudita como um presente para Michelle Bolsonaro. Os itens foram apreendidos com o militar Marcos André dos Santos Soeiro, assessor do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
O pacote de joias de Bolsonaro que seria dado de presente a ex-primeira-dama estava entrando de maneira ilegal no país por não ter sido declarado. Além disso, não havia sido realizado o pagamento do imposto de importação.
Após a apreensão, o ex-presidente tentou reaver as joias avaliadas em R$ 16,5 milhões. No entanto, a única forma de conseguir a liberação dos itens seria por meio do pagamento do imposto de importação e de multa que somados resultam em R$ 12,3 milhões. O caso agora é investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.
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