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Banco Central anuncia aumento na taxa de juros pela 9ª vez consecutiva

Conheça as novas medidas do BCE: aumento da taxa de juros e mudanças nas taxas de financiamento. Saiba mais sobre a inflação e seus desafios.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
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Ontem (27), o Banco Central Europeu (BCE) divulgou um aumento em sua taxa de juros básica, que para fins comparativos, seria a equivalente à Selic aqui no Brasil. Um fato preocupante é que esta foi a 9ª vez consecutiva que os juros foram elevados.

Anteriormente, as taxas aumentaram em 0,5 ponto percentual, mas há três meses ele vinha sendo de 0,25 ponto percentual. Consequentemente, outras taxas também aumentaram, afinal, trata-se da taxa de juros básica. 

Além disso, o cenário inflacionário ainda é um fator de grande preocupação para o BCE. Confira, ao longo do texto, alguns trechos do comunicado oficial da instituição, que também tratou de assuntos como a taxa de financiamento. 

Mudanças nas taxas de financiamento

Como consequência, o BCE realizou uma mudança nas taxas de refinanciamento, que é a taxa principal utilizada para empréstimos concedidos às instituições financeiras. Anteriormente, essa taxa estava estabelecida em 4%.

No entanto, após a revisão da política monetária, a taxa aumentou para 4,25%. Essa medida tem o objetivo de influenciar as condições de crédito na economia e pode afetar o custo dos empréstimos para empresas e consumidores.

Além disso, a taxa sobre depósitos, quese aplica quando os bancos comerciais deixam dinheiro no BCE, também sofreu impacto pela decisão. Anteriormente, essa taxa estava definida em 3,5%, porém, com a nova política adotada, ela avançou para 3,75%. 

Cenário da inflação

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Após analisar o desenvolvimento econômico desde a última reunião, as projeções indicam que a inflação deverá apresentar uma trajetória descendente ao longo de 2023. No entanto, especialistas esperam que ela permaneça acima da meta estabelecida por um período prolongado.

Por um lado, algumas medidas mostram indícios de alívio, mas por outro, a inflação subjacente continua elevada de forma geral. Os efeitos dos aumentos anteriores das taxas de juros estão ainda bastante presentes na economia, e isso tem sido percebido de forma intensa através da transmissão dessas mudanças. 

Imagem: Jo Panuwat D / shutterstock.com / Edição: Seu Crédito Digital

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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