O Pix é um método de transferência de dinheiro instantâneo. Desde o seu lançamento em 2020, esse método de pagamento rapidamente caiu no gosto dos brasileiros. Agora, o Banco Central (BC) pretende expandi-lo de outras maneiras.
Banco Central vai liberar Pix para pagamento de compras parceladas
O Banco Central estuda diversas formas de utilizar o Pix. Uma delas é para o pagamento parcelado. Saiba mais!
Nesta segunda-feira (4), a autoridade financeira do Brasil anunciou novos usos para o Pix. Além da possibilidade de realizar compras internacionais, há a intenção de utilizá-lo para compras parceladas. Saiba mais a seguir.
Pix em pagamentos parcelados

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, fez declarações no mês passado sobre a possibilidade de utilizar o Pix como forma de pagamento para compras parceladas. Isso significaria que pessoas em situação de inadimplência poderiam usar o serviço, já que a possibilidade de crédito para elas é mais restrita.
De acordo com o relatório divulgado nesta segunda-feira, a utilização do Pix prevê a criação de regras padronizadas que viabilizem a utilização de mecanismos de garantia vinculados às transações de pagamento.
Ainda não há um prazo definido para a implementação deste método de transferência. O uso do Pix para compras parceladas poderia ser uma alternativa ao uso do rotativo do cartão de crédito, por exemplo. O BC também está avaliando a possibilidade de eliminar a cobrança dessa taxa de juros, que é um dos principais fatores que levam as pessoas a ficarem inadimplentes.
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Diversificação de uso
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O relatório do BC também menciona outras possibilidades de uso para essa forma de pagamento. Uma delas se refere a operações internacionais. Portanto, será possível comprar bens e serviços no exterior, efetuar pagamentos entre empresas e viabilizar remessas por meio do Pix.
Além disso, o Banco Central afirma que “o uso de novas tecnologias que tornam a experiência de pagamento ainda mais rápida pode ser benéfico principalmente em alguns casos de uso específicos, como pagamentos de pedágios em rodovias, estacionamentos e transporte público”.
Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com
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