O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou os detalhes sobre a distribuição dos mais de R$ 2 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCPs) aos acionistas. Dessa forma, essa distribuição é resultado do sólido desempenho do banco no primeiro trimestre de 2023 (1T23). Houve o registro de um lucro líquido de R$ 8,5 bilhões.
Banco do Brasil abre o cofre e vai pagar mais de R$ 2 bilhões: quem recebe?
Descubra mais sobre os R$ 2 bilhões distribuídos pelo Banco do Brasil e como a instituição impulsionou esse pagamento extraordinário.
De acordo com as informações divulgadas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 15 de maio, o Banco do Brasil pagará R$ 351.037.065,11 em dividendos e R$ 1.867.567.877,05 em JCPs complementares. Esses proventos terão distribuição entre os acionistas com base nas respectivas quantidades de ações que possuem, portanto.
Distribuição proporcional aos acionistas
Para calcular o valor por ação, o banco divulgou que cada ação terá direito a R$ 0,12300792399 em dividendos e R$ 0,65441991829 em JCPs complementares. Esses valores por ação serão aplicados para determinar o pagamento individual de cada acionista, proporcionalmente à sua participação na empresa.
Os gestores do Banco do Brasil informaram que os pagamentos saem em 12 de junho, com base na posição acionária registrada em 1º de junho. Isso significa, portanto, que os acionistas que estiverem com ações em sua carteira até a data-base terão direito a receber os proventos anunciados.
Desempenho positivo e impacto na economia
No que diz respeito ao desempenho do Banco do Brasil no 1T23, o lucro líquido ajustado teve um aumento significativo de 28,9%. Isto é, atingindo a casa dos R$ 8,5 bilhões. Esse resultado teve o impulsionamento do bom desempenho da carteira de crédito da instituição financeira, que apresentou um mix adequado de risco e retorno.
Além disso, as receitas líquidas de tarifas e comissões cresceram, enquanto as despesas administrativas se mantiveram sob controle.
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O retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) do Banco do Brasil ficou em 21%, demonstrando a eficiência da instituição na geração de lucros em relação ao capital investido. Assim, o valor adicionado à sociedade superou R$ 21 bilhões no trimestre, reforçando o impacto positivo do banco na economia.
No mercado financeiro, as ações do Banco do Brasil apresentaram um desempenho favorável, encerrando o pregão de 15 de maio com uma alta de 0,45%, cotadas a R$ 44,43. Esse resultado reflete a confiança dos investidores na instituição e seu potencial de retorno.
Imagem: Rembolle / Shutterstock.com
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