No dia 15, surgiu uma acusação contra o Banco do Brasil, alegando que a instituição estaria concedendo empréstimos somente para clientes de classes sociais mais privilegiadas. A denúncia foi feita pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho, que é filiado ao partido União Brasil.
Banco do Brasil é acusado de privilegiar os ricos; entenda
Presidente de Assembleia Legislativa faz acusações contra o Banco do Brasil que, segundo ele, fornece ajuda apenas aos ricos. Saiba mais!
O presidente levantou a acusação durante a visita à Plenária do Plano Plurianual Participativo (PPA). Na PPA, ele foi questionado pela imprensa sobre quais demandas seriam apenas à ministra do Planejamento e ao ministro da Secretaria Geral da Presidência, respectivamente, Simone Tebet e Márcio Macêdo.
Em sua resposta, Botelho destacou que o agronegócio do Mato Grosso está se tornando um predador dos pequenos produtores. Em seguida, ele alegou que o Banco do Brasil estaria adotando práticas que dificultam o acesso ao crédito, privilegiando apenas os clientes considerados “ricos”.
Banco do Brasil pode estar propiciando a concentração de poder
Essas declarações de Botelho refletem uma preocupação com a concentração de poder e recursos nas mãos dos grandes produtores do setor agrícola em Mato Grosso. Ele argumenta que essa situação tem impactado negativamente os pequenos produtores.
Esses, portanto, acabam enfrentando dificuldades em competir e acessar recursos necessários para o desenvolvimento de suas atividades. Em vista disso, o presidente destacou que conversaria sobre o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) do Banco do Brasil com a ministra Tebet.
Botelho sugere alteração na denominação “FCO”
O FCO, gerido pelo Banco do Brasil, é um mecanismo que oferece linhas de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados. Nesse sentido, ele é destinado a empresas dos setores da indústria, agroindústria, mineral, turismo, infraestrutura e comércio.
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Em sua crítica, Botelho disse que se tiver a oportunidade, irá debater o FCO com a ministra do Planejamento. Em sua fala, ele afirmou que o nome do órgão deveria ser “fundo dos ricos”, uma vez que as pessoas de classes mais baixas não são contempladas pelo financiamento.
Por fim, disse que os “grandes barões do agronegócio” não precisam de mais financiamentos, afinal, eles possuem condições de impulsionar seus projetos por meio de recursos próprios.
Imagem: Eliseu Geisler / shutterstock.com
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