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Banco do Brasil lança simulador de Drex: Entenda a nova moeda digital

Descubra como funciona o simulador de Drex do Banco do Brasil e o que esperar da moeda digital em fase de testes.

O Banco do Brasil deu um passo significativo em direção à inovação financeira ao iniciar os testes de um simulador destinado aos seus funcionários de áreas de negócio, focado nas operações com o Drex, a versão digital do Real.

Essa iniciativa marca um movimento estratégico da instituição para se preparar adequadamente para a adoção e implementação da moeda digital, que promete revolucionar o setor bancário e financeiro. Saiba mais!

Simulador de operações com Drex

Imagem de moeda de 1 real ao fundo e celular com a palavra Drex escrita na tela
Imagem: rafapress / shutterstock.com

Com o simulador, os colaboradores poderão explorar e entender em detalhes como funcionarão operações essenciais como emissão, resgate e transferência de Drex, além de operações envolvendo títulos públicos federais tokenizados. Os usuários podem escolher entre três perfis:

  • 1. Clientes: Para operações entre clientes pessoas físicas ou jurídicas;
  • 2. Instituição financeira: Para operações entre contas do BB e de outros bancos;
  • 3. TPFt (Títulos Públicos Federais tokenizados): Para operações envolvendo títulos públicos.

A importância do simulador

O simulador foi desenvolvido para que os funcionários do Banco do Brasil compreendam melhor o funcionamento da moeda digital Drex, que atualmente está em fase de testes.

Rodrigo Mulinari, diretor de Tecnologia do BB, destaca a necessidade de familiarização com os procedimentos, dado que o acesso à plataforma Drex exigirá um intermediário financeiro autorizado.

Drex: Moeda de atacado

O Drex será uma moeda de atacado, o que significa que as transações envolvendo essa moeda exigirão a intermediação de um banco.

Essa abordagem visa evitar a desintermediação, impedindo a migração de transações financeiras para fora do balanço bancário.

Próximas etapas do piloto

A segunda fase do piloto do Drex está prevista para iniciar em julho. Nessa fase, novos casos de uso serão incorporados, incluindo ativos regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), expandindo ainda mais as possibilidades de utilização da moeda digital.

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O Banco do Brasil, participante ativo do piloto do Drex sob coordenação do Banco Central, está demonstrando suas inovações tecnológicas durante o Febraban Tech, realizado em São Paulo nesta semana.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com