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Banco dos Brics inicia processo de transição de liderança: Dilma assumirá a presidência?

Atual presidente do Banco do Brics vai deixar o cargo e Dilma Rousseff é cotada para assumir o posto. Entenda como está a situação.

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
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Em anúncio feito nesta sexta-feira (10), o Novo Banco do Desenvolvimento (NBD), mais conhecido como Banco do Brics, informou sobre o processo de transição da sua presidência. De acordo com o documento, o brasileiro Marcos Troyjo vai deixar o posto em 24 de março. 

Assim, no dia 25 de março, os governadores do banco (ministros da Economia dos países do bloco) irão votar o novo presidente que o Brasil indicará. Já se sabe o nome que Lula vai indicar para o cargo: a ex-presidente Dilma Rousseff. 

De acordo com informações de pessoas de dentro do Banco do Brics, o nome de Dilma é muito bem visto dentro da instituição. Eles consideram que, por já ter comandado o Brasil, ela vai trazer mais peso para o banco. Além disso, ela tem uma boa relação com os atuais presidentes dos países do bloco.

A presidência de Dilma é certa?

O Brics é um bloco econômico formado por Brasil, África do Sul, Rússia, China e Índia. Em 2014, durante o governo Dilma, o bloco criou o NBD ou Banco do Brics como uma opção ao Banco Internacional e ao Fundo Monetário Internacional. 

Com sede em Xangai, o objetivo da instituição é ajudar os países com suas obras de infraestrutura em vários setores. Atualmente, o mandato do banco está com o Brasil e vai até 6 de julho de 2025. 

Antes de ter seu nome aprovado para o Banco, Dilma Rousseff precisou participar de audiências virtuais com os ministros da Economia dos países do grupo. Portanto, a aprovação do seu nome no dia 25 é dada como certa.

Posse

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Com a aprovação feita no dia 25, a posse da nova presidente do banco está marcada para o dia 30 de março. A ideia é que a data coincida com a viagem oficial de Lula à China, para que ele possa comparecer ao evento.

Hoje, o NBD está com cerca de 100 projetos em andamento nos Brics. Além disso, há conversas abertas com mais quatro países que querem entrar como sócios da instituição.

Imagem: William Potter/shutterstock

Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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