Na semana passada, o Banco Central aprovou a alteração de capital do Banco Rendimento. Com isso, a instituição financeira passou de R$ 107,3 milhões para R$ 230 milhões. Além disso, de acordo com o diretor-superintendente do Grupo Rendimento, Abramo Douek, do volume total do aumento de capital, R$ 45 milhões vieram de aporte dos sócios, sendo que o restante veio por incorporação de lucros retidos.
Banco rendimento dobra capital e vai lançar conta digital
Na semana passada, o BC aprovou a alteração de capital do Banco Rendimento. Com isso, passou de R$ 107,3 milhões para R$ 230 milhões.
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Banco Rendimento dobra capital e vai lançar conta digital
O Banco Rendimento, segundo Douek, está apostando no bom momento da economia, com juros baixos, inadimplência em queda e liquidez global ainda abundante. “Vamos manter o foco em câmbio, que é o nosso DNA, mas também vamos crescer a carteira de crédito. Vamos lançar novos produtos em 2019, como antecipação de recebíveis, conta digital, entre outros. Estamos investindo bastante em tecnologia”.
O Rendimento, no mês passado, vendeu uma subsidiária, o Banco Brasileiro de Negócio (BBN), para o grupo de controle da PagSeguro. Contudo, o valor da operação, na época, não foi revelado e o Rendimento não se posicionou sobre a questão. Além disso, Doeuk prefere não dar detalhes sobre a transação. Ele se resume a dizer que a negociação já estava em andamento há algum tempo e que o BBN tinha uma estrutura que estava “adormecida”.
O lucro líquido do Grupo Rendimento, no primeiro semestre de 2018, foi de R$ 31,016 milhões, com alta de 14,4% na comparação com o mesmo período de 2017.
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O Banco Rendimento foi criado em 1992 com o propósito de ser o braço financeiro da fabricante de aparelhos eletrônicos CCE, que deixou o negócio em 2001. Foi então que o acionista majoritário, César Ades, chamou para a sociedade os irmãos Abramo e Edwin Douek.
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