Depois de grandes empresas banirem o ChatGPT, a proibição de uso da plataforma já alcança os funcionários dos bancos brasileiros, segundo divulgação da coluna Tilt, do Uol. O objetivo das instituições financeiras é proteger informações sensíveis de clientes e trabalhos internos.
Bancos brasileiros impõem grande proibição aos funcionários
Os bancos brasileiros se juntaram a outras grandes empresas que tomaram a mesma decisão sobre um assunto. Confira mais informações!
O Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Bradesco já estão atentos ao uso da plataforma de inteligência artificial da OpenAI. Já o Santander e Itaú não trouxeram mais detalhes, conforme a reportagem, deixando em aberto sobre como o chatbot está sendo tratado entre os colaboradores.
De acordo com o que revelou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ao Tilt, não há uma regulamentação criada sobre a utilização do ChatGPT por bancos brasileiros. Sendo assim, cabe a cada uma das instituições financeiras escolher a melhor forma para lidar com a plataforma.
Veja o que dizem os bancos brasileiros sobre o uso do ChatGPT
À coluna do Uol, o BB afirmou que adotou medidas restritivas em relação à ferramenta. Entretanto, o banco disse que não baniu completamente o uso do chatbot e até chegou a afirmar que plataformas como o ChatGPT podem ser usadas em “situações específicas, resguardadas as políticas de segurança”.
Enquanto isso, a Caixa disse que o uso da plataforma ainda não é autorizado, levando em conta os riscos para as informações pessoais. A decisão é contrária a que foi tomada pelo Bradesco, que afirmou utilizar a versão paga do ChatGPT para auxiliar na leitura de documentos desde abril.
Plataforma já não é mais usado por funcionários de diversas empresas
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Na lista de empresas que baniram o uso do ChatGPT aparece a Apple (que inclusive trabalha em um sistema próprio), Amazon, Verizon, Deutsche Bank, JPMorgan Chase, Goldman Sachs e North Grumman. Todas elas temem que dados sensíveis sejam vazados e expostos.
No caso da Samsung, que também aparece entre as grandes companhias que proibiram o uso da plataforma, a decisão foi tomada após um ocorrido. Conforme informações da Bloomberg, os funcionários da fabricante passaram o código-fonte para verificar erros e para resumir notas de reuniões.
Imagem: LookerStudio / shutterstock.com
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