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Bolsonaro exalta quantidade de empregos gerados em comício

De acordo com levantamento do Ministério do Trabalho e Previdência, o Brasil criou 278.085 empregos no último mês.

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
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O atual presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, exaltou a quantidade de empregos gerados no mês de setembro, durante evento de campanha eleitoral em Minas Gerais, nesta quarta-feira (26). Acompanhado do governador reeleito Romeu Zema (Novo), o candidato realizou um comício na Praça Tiradentes, em Teófilo Otoni. 

De acordo com levantamento do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgado nesta manhã, o Brasil criou 278.085 postos de trabalho no último mês. Conforme Bolsonaro, “o Brasil vai indo muito bem pós-pandemia”. 

Novo Caged divulgou dados sobre o emprego no país

Conforme as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged, o Brasil registrou 1.926.572 admissões e 1.648.487 demissões de empregos com carteira assinada. Os dados anuais apontaram a criação de 2.147.600 empregos formais no país. 

Da mesma forma, o estoque de empregos no Brasil chegou a 42.825.955 em setembro. Em síntese, a quantidade se refere ao total de vínculos celetistas ativos no país. Os dados representam um aumento de 0,65% comparado ao mês anterior.

Entre os estados, em termos relativos, houve maior número de empregos criados em Alagoas (15.625), Sergipe (5.131) e Pernambuco (20.528). Em termos absolutos, São Paulo (61.167), Minas Gerais (23.723) e Pernambuco (20.528) representam as unidades federativas com maior saldo de criação de empregos.

Para Bolsonaro, o Brasil “está partindo no rumo do pleno emprego”. Segundo o atual chefe do Executivo, “a nossa inflação está lá embaixo, tivemos o terceiro mês consecutivo com deflação, os [preços dos] combustíveis estão lá embaixo”. 

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Atualmente, o IPCA acumulado de 12 meses é de 7,17%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgada pelo Boletim Focus, caiu de 5,71% para 5,62% em 2022. A previsão do mercado para a inflação oficial do país registra a 16ª redução consecutiva. 

Imagem: Marcelo Chello/shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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