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BPC: ministra Simone Tebet faz pronunciamento sobre benefício; confira

Durante uma entrevista, a ministra Simone Tebet deu uma declaração sobre o BPC. Saiba mais sobre o que ela disse!

Andreza AraújoPor Andreza Araújo3 min de leitura
Mão estendida na direção de uma outra mão que segura várias notas de 100 reais, representando um pagamento do BPC

Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, declarou nesta quinta-feira (18) que o Benefício de Prestação Continuada (BPC) não será alvo de cortes para alcançar a meta do governo de eliminar o déficit fiscal até 2025. O anúncio ocorreu durante sua participação no programa “Bom Dia, Ministra”.

Na busca por controlar e melhorar a aplicação dos fundos públicos, os líderes do país estão tomando medidas para combater irregularidades no sistema de benefícios. Dessa forma, Tebet destacou ações direcionadas à revisão dos gastos governamentais com inteligência e precisão, visando eliminar os pagamentos ilegais ou indevidos. Continue a leitura!

Simone Tebet nega que governo irá acabar com o BPC

Mão estendida na direção de uma outra mão que segura várias notas de 100 reais, representando um pagamento do BPC
Imagem: Andrzej Rostek / shutterstock.com

A ministra afirmou que o governo não planeja encerrar o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Ela destacou que o programa não está entre os cortes projetados para alcançar a meta fiscal, apesar do aumento de 37% nos gastos desde o ano passado, que levou a revisões para detectar possíveis fraudes.

Tebet enfatizou que o BPC é crucial para aposentados que não conseguiram contribuir e pessoas com deficiência, sendo uma política essencial para quem mais precisa.

Qual o objetivo das revisões nos benefícios sociais?

De acordo com a ministra Simone Tebet, o governo não pode fechar os olhos para “erros, fraudes e má-fé” que comprometem a eficácia dos programas de assistência social, como o BPC. A revisão minuciosa e o uso de ferramentas de inteligência visam assegurar que o apoio financeiro chegue aos que realmente necessitam.

Este é um movimento crucial para garantir que os recursos sejam utilizados de maneira correta e justa. Durante a pandemia, por exemplo, houve uma liberação mais ampla do Cadastro Único (CadÚnico), elemento chave para a entrada em programas assistenciais. Isso levou a um inchaço no sistema, que segundo a ministra, agora precisa ser corrigido.

Ademais, a exclusão de pessoas que não se enquadram mais nos critérios necessários para o Bolsa Família parece ser uma resposta a esse período de flexibilização. Logo, isso visa a focalização dos recursos nos grupos mais vulneráveis.

Meta de zerar o déficit fiscal até 2025

Além da manutenção de benefícios como o BPC, outro grande desafio mencionado por Simone Tebet é a meta de zerar o déficit fiscal do país até 2025. Essa meta, segundo ela, tem como guia diretrizes claras do presidente e da equipe econômica. Assim, o equilíbrio fiscal é essencial para a sustentabilidade financeira do Brasil e parece ser um dos pilares da atual gestão do Planejamento e Orçamento.

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Por fim, com um orçamento para o próximo ano que visa não ultrapassar a arrecadação, o governo pretende controlar gastos e otimizar a alocação de recursos. Isso enaltece um cenário de responsabilidade fiscal, essencial para a estabilidade econômica do país.

Imagem: Andrzej Rostek / shutterstock.com

Andreza Araújo

Autor

Andreza Araújo

Andreza Araújo é formada em Letras (Português e Linguística) pela Universidade de São Paulo e em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi. Com experiência na área educacional como professora de inglês, atualmente atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, escrevendo sobre finanças, benefícios sociais, consumo e mercado.

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