Brasil e China vão assinar acordo relacionado ao desenvolvimento de novas tecnologias. Ao menos, é isso que se espera na próxima semana, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for para o país asiático.
Dessa forma, o intercâmbio de tecnologias deve ser uma das principais pautas debatidas na visita do presidente da República à segunda maior economia do mundo.
Além disso, vale destacar que os acordos entre Brasil e China envolvem o Ministério de Ciência e Tecnologia, a Administração Nacional de Telecomunicação (Anatel) e o Ministério de Comunicação.
Acordo entre Brasil e China
Inicialmente, vale destacar que o acordo entre Brasil e China deve focar na capacitação de uma série de tecnologias digitais, como nuvem, algoritmo de aplicativo com foco na indústria e capacitação do corpo técnico do governo para o desenvolvimento de apps.
Além disso, é esperado que o governo chinês ofereça cooperação no processo de desenvolvimento de fábricas de semicondutores no Brasil.
Assim, o foco desse negócio seria o mercado interno brasileiro. Não à toa, é esperado que o Centro de Excelência em Eletrônica Avançada (Ceitec), estatal nacional do segmento, passe a ser valorizado.
Simultaneamente, os debates entre Brasil e China devem envolver o desenvolvimento de outra série de tecnologia, como no caso do 5G, 6G, energia fotovoltaica e, até mesmo, na área de inteligência artificial.
Polêmica com os Estados Unidos
Em meio ao estreitamento da relação do Brasil com a Ásia, os Estados Unidos também deve se mover. Em suma, novas tecnologias é um dos pontos mais tensos envolvendo o conflito velado entre as duas principais economias do mundo: China e EUA.
Dessa forma, estima-se que a relação entre Brasil e China não deve ser bem aceita por Joe Biden, presidente norte-americano. Afinal, os Estados Unidos também já havia sinalizado que desejava investir no mercado de semicondutores brasileiro.
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