O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) do Brasil assinou um acordo importante de cooperação com a China. A ideia é realizar uma colaboração entre o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron com o IHEP (Institute of High Energy Physics).
Brasil fecha acordo importante com a China; veja o que acontecerá com essa parceira
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem) do Brasil assinou um acordo importante de cooperação com a China. Entenda!
Essa parceria foi alinhada durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China, em abril deste ano. A ideia é garantir o desenvolvimento tecnológico em diversas áreas do cotidiano.
De acordo com o diretor do CNPEM, Antônio José Roque da Silva, a ideia é a colaboração na área de saúde e energias renováveis — já que os chineses também estão montando um laboratório de luz síncrotron!
Saiba mais sobre a parceria com a China
Ainda de acordo com Roque da Silva, após as instalações chinesas ficarem prontas, haverá uma cooperação para resolução de problemas. A ideia é que as soluções possam chegar para as indústrias e a sociedade.
Os chineses pretendem utilizar essas instalações para desenvolvimento de fármacos comuns na casa das famílias. No entanto, a parceria chega para aumentar as áreas de estudo, como satélites, biotecnologia e nanotecnologia.
Durante a formalização da parceria com a China, o grupo ainda contou com a participação da ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. O acordo de cooperação científica foi assinado na manhã desta terça-feira (30), na sede do CNPEM, em Campinas, interior de São Paulo.
Você conhece a luz síncrotron?
Tema central dessa parceria entre o Brasil e a China, a luz síncrotron funciona como um microscópio grande e de alta precisão. É uma onda eletromagnética que se assemelha à luz do Sol, composta por todos os tipos de luz.
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Seu espectro vai do infravermelho à luz visível, luz ultravioleta e aos raios X. Assim, permite os estudos científicos de diversos materiais, de maneira mais aprofundada.
Afinal, facilita a análise de diversos processo físicos, químicos, geológicos e biológicos de matérias. Por fim, a ideia com o “intercâmbio” de informações é aprimorar os estudos científicos de ambos os países.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
