Recentemente, o Governo Federal anunciou uma Reforma Tributária que impactará diretamente a população de baixa renda. Contudo, para que esses efeitos negativos sejam amenizados, o governo está desenvolvendo a ideia do cashback.
Brasileiros vão receber muito cashback do governo; entenda
Bernad Appy, secretário ligado ao Ministério da Fazenda, deu alguns detalhes sobre o futuro cashback do governo. Entenda o conceito!
Poderíamos defini-lo como um método de receber parte do dinheiro de uma compra de volta. Nesse caso, porém, conforme explicado pelo secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, o valor dos impostos serão descontados diretamente no ato da conta.
Como citado, a população de baixa renda será o público-alvo dessa iniciativa. Para identificar a situação econômica dos brasileiros, o Governo observa o registro no Cadastro Único (CadÚnico).
Sendo assim, entende-se que é necessário ter o cadastro e, inclusive, estar com ele atualizado para aproveitar o programa.
Secretário comenta sobre o programa de cashback
Durante uma participação na EBC, o secretário comentou sobre o cashback e, como já dito, disse que ele tem o intuito de devolver os impostos que a população mais pobre terá que pagar daqui em diante.
Desse modo, entende-se que pessoas inscritas em programas sociais, tais como o Bolsa Família, Auxílio-gás, Id Jovem, Benefício por Prestação Continuada (BPC) e outros poderão participar do projeto, que ainda está sendo elaborado.
Portanto, as prioridades serão definidas e, em breve, todos terão mais detalhes sobre o retorno dos impostos em forma de cashback. Ademais, Appy afirmou que os produtos da cesta básica serão isentos do imposto.
Ou seja, essa isenção vem justamente a partir da devolução de uma parte do valor pago através do cashback. Por fim, alguns aspectos estão sendo averiguados. Uma possibilidade é que o recurso esteja disponível diretamente nos caixas do mercados.
Devolução de parte do valor pago em comidas tradicionais do país
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Apesar de sua imensa dimensão territorial, o Brasil, de modo geral, possui um padrão alimentar. Sendo assim, produtos como arroz, feijão e farinha, por exemplo, não faltam na cesta básica dos brasileiros. Serão justamente estes a ter o programa de devolução do dinheiro.
A iniciativa vai considerar os índices nacionais, estaduais ou, ainda, municipais. Nesse sentido, ao que tudo indica, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve colaborar. Isso porque ele elabora e divulga o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Afinal, esta é a pesquisa que divulga a inflação nos produtos vendidos no varejo. Por fim, alguns produtos, certamente, serão considerados, como: carne, pão, café, açúcar, óleo, manteiga, banana, batata, tomate e leite.
Imagem: StockStyle / Shutterstock.com
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