Na tarde desta terça-feira (17), a Renner negou que esteja em qualquer tratativa para adquirir as lojas C&A. Em nota oficial ao mercado, a empresa informou que não procedem as informações sobre uma possível compra da concorrente.
C&A nega negociação de venda da empresa para Renner
Bolsa de Valores se agitou com a possível aquisição da C&A pela Renner após rumores de jornalista. Entenda o caso.
Os rumores surgiram a partir de uma publicação do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, mas foi desmentido posteriormente pelo CEO da C&A, Paulo Correia.
Rumores da compra movimentou o dia na Bolsa de Valores
Ainda que a Renner não tenha se manifestado sobre os rumores do mercado, o assunto foi pauta na Bolsa de Valores e fez com que as ações da C&A subissem 20,58% por volta das 16 horas da última segunda-feira (16).
Por outro lado, as ações da Renner se desvalorizaram 2,04%. No fechamento do dia, os ativos financeiros das lojas C&A tiveram avaliação positiva em 11,52%.
Especulação sobre venda da C&A para Renner acontece desde 2020
A primeira vez que o assunto da compra da C&A pela Renner apareceu na mídia foi em meados de 2020, quando se especulou que a família Brenninkmeijer – dona da empresa – pensava em trocar as operações no mercado brasileiro pelo europeu.
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Segundo dados do Status Invest, a Renner vale hoje no mercado financeiro cerca de R$ 20 bilhões. Por sua vez, a C&A está avaliada em pouco mais de R$ 750 milhões, ou seja, quase 15 vezes menos.
Fundada por holandeses em 1841, a C&A atua no ramo de vestuário no Brasil desde 1976. Ao todo, possui mais de 280 lojas em 125 cidades por todo o país. Já a Renner nasceu em Porto Alegre em 1912 e conta com mais de 600 lojas no Brasil, Argentina e Uruguai.
Imagem: Rafapress / Shutterstock
