Uma mudança no cronograma do Cadastro Único trouxe alívio para parte dos beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, o BPC. Até julho de 2027, a falta do registro de uma entrevista domiciliar não poderá, em determinadas situações, impedir automaticamente a inscrição, a atualização cadastral, a concessão ou a continuidade dos benefícios.
CadÚnico muda regras para Bolsa Família e BPC até 2027; veja quem ainda precisa de visita domiciliar
CadÚnico flexibiliza a visita domiciliar para Bolsa Família e BPC até julho de 2027. Veja quem ainda precisa da entrevista e como atualizar.
Isso não significa, porém, que todas as visitas às residências foram suspensas. A entrevista domiciliar continua obrigatória para novas inclusões de famílias unipessoais no Bolsa Família, além de cadastros que estejam em averiguação ou sob apuração de possíveis irregularidades.
A mudança resulta de um acordo judicial firmado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, pelo INSS e pela Defensoria Pública da União. O objetivo é evitar que pessoas vulneráveis percam benefícios apenas porque o município ainda não conseguiu realizar a visita em casa, sem abandonar os mecanismos de fiscalização contra cadastros irregulares.
Para quem recebe Bolsa Família ou BPC, o principal cuidado agora é entender em qual situação seu cadastro se encontra. As regras não são exatamente iguais para todos.
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O que mudou nas regras do CadÚnico?

A Justiça Federal homologou, em 14 de julho de 2026, um acordo que estabelece procedimentos temporários para famílias formadas por uma única pessoa, chamadas oficialmente de famílias unipessoais.
Pelas novas orientações, até julho de 2027, a ausência do marcador de entrevista domiciliar no sistema do Cadastro Único não poderá impedir automaticamente:
- a inscrição ou atualização cadastral para o BPC;
- a concessão ou manutenção do BPC;
- a manutenção do Bolsa Família de quem já recebe;
- determinados atendimentos presenciais nos postos do CadÚnico.
Na prática, o beneficiário poderá ser atendido no CRAS ou em outro posto municipal do Cadastro Único quando a visita ainda não tiver sido realizada, desde que sua situação esteja dentro das hipóteses previstas no acordo.
A medida busca evitar bloqueios causados apenas por uma dificuldade operacional. Em muitos municípios, especialmente aqueles com grande território rural, equipes reduzidas ou alta demanda, nem sempre é possível visitar rapidamente todas as residências.
A entrevista domiciliar foi cancelada?
Não.
A entrevista domiciliar continua prevista na legislação e permanece sendo um instrumento importante para confirmar se a pessoa realmente mora sozinha e se as informações sobre renda, endereço e composição familiar estão corretas.
O que mudou foi o efeito automático da falta desse registro em determinadas situações. Até julho de 2027, a ausência da visita não deverá, por si só, impedir o atendimento ou retirar o benefício de quem estiver protegido pelas regras temporárias.
A Lei nº 15.077, de 2024, continua válida. O acordo reconheceu que a própria legislação permite ao governo federal definir prazos e exceções para a exigência da entrevista no domicílio.
Quando a visita continua obrigatória?
A entrevista domiciliar continua obrigatória para:
- novas inclusões de famílias unipessoais no Bolsa Família;
- famílias convocadas para averiguação cadastral;
- cadastros com indícios de irregularidade;
- situações específicas definidas pelo MDS;
- casos em que o município precise comprovar as condições declaradas.
Averiguação cadastral é o processo usado quando o governo encontra alguma possível divergência ao comparar as informações do CadÚnico com outras bases públicas.
Isso pode acontecer, por exemplo, quando uma pessoa declara morar sozinha, mas outros registros indicam que ela divide o endereço ou a renda com familiares.
Nesses casos, a visita à residência continua sendo uma etapa necessária para confirmar a situação real.
O que muda para quem já recebe Bolsa Família?
Para a pessoa que já recebe o Bolsa Família e está cadastrada como família unipessoal, a principal mudança é que a falta da visita domiciliar não poderá provocar automaticamente a perda do benefício até julho de 2027, desde que não existam indícios de irregularidade ou outras pendências.
Isso não elimina a necessidade de manter os dados atualizados.
O beneficiário ainda pode ser convocado pelo município ou pelo governo federal para:
- confirmar que realmente mora sozinho;
- atualizar renda e endereço;
- apresentar documentos;
- responder a uma averiguação;
- receber a equipe do CadÚnico em casa.
O acordo protege principalmente quem está com o cadastro correto, mas enfrenta atraso na realização da visita.
Quem recebe Bolsa Família pode atualizar no CRAS?
Em situações abrangidas pelo acordo, o atendimento poderá ser feito presencialmente no CRAS ou em outro posto responsável pelo Cadastro Único, mesmo sem o registro prévio da entrevista domiciliar.
A forma de atendimento pode variar conforme o município. Algumas cidades trabalham com agendamento, enquanto outras realizam atendimento por ordem de chegada ou por convocação.
É recomendável consultar a prefeitura ou o CRAS antes de se deslocar.
Nova inscrição no Bolsa Família exige visita?
Para famílias unipessoais que ainda não recebem o Bolsa Família e buscam uma nova inclusão, a entrevista domiciliar continua obrigatória.
Esse é um dos pontos mais importantes da mudança.
O acordo flexibilizou principalmente a manutenção do benefício de quem já está na folha de pagamento. Ele não retirou a exigência da visita para todos os novos pedidos de pessoas que declaram morar sozinhas.
Também é importante lembrar que estar inscrito no CadÚnico não garante entrada automática no Bolsa Família. O cadastro é apenas uma das etapas, e a família ainda precisa cumprir os critérios de renda e passar pela seleção do programa.
O que muda para quem recebe ou solicita o BPC?
O BPC garante um salário mínimo mensal à pessoa idosa com pelo menos 65 anos ou à pessoa com deficiência que atenda aos critérios sociais previstos na legislação.
Para receber, é obrigatório estar inscrito no Cadastro Único e manter as informações atualizadas.
Com o acordo, até julho de 2027, a ausência do registro da entrevista domiciliar não poderá impedir automaticamente:
- a inscrição no CadÚnico para solicitar o BPC;
- a atualização dos dados;
- a concessão do benefício;
- a manutenção de quem já recebe.
Isso significa que um idoso ou uma pessoa com deficiência não deverá ter o pedido negado apenas porque a equipe municipal ainda não fez a visita, desde que os demais documentos e critérios estejam regulares.
A visita pode ser feita mesmo assim?
Sim.
O município poderá realizar a entrevista na residência para verificar as informações, especialmente quando houver dúvida, dificuldade de locomoção, inconsistência cadastral ou necessidade de conhecer as condições de vida da família.
A mudança não impede visitas. Ela apenas evita que a falta do marcador no sistema produza um bloqueio automático em situações protegidas pelo acordo.
O BPC pode ser suspenso por CadÚnico desatualizado?
Sim.
O acordo não desobriga o beneficiário de atualizar o cadastro.
O MDS informa que os dados devem ser atualizados a cada 24 meses, mesmo quando nada mudou, ou sempre que houver alteração de renda, endereço, emprego, composição familiar, escola das crianças ou outras informações relevantes. Cadastros desatualizados podem levar a bloqueio, suspensão ou cancelamento de benefícios.
Portanto, o adiamento relacionado à entrevista domiciliar não deve ser interpretado como autorização para ignorar convocações ou deixar o cadastro vencido.
Quem é considerado família unipessoal?
Família unipessoal é a formada por uma única pessoa.
É o caso de alguém que realmente mora sozinho e não divide renda ou despesas de forma permanente com outras pessoas da família.
Podem estar nessa situação:
- idosos que vivem sozinhos;
- pessoas com deficiência sem outros moradores;
- trabalhadores que residem sozinhos;
- pessoas sem parentes no domicílio;
- moradores em situação de isolamento familiar.
Quem mora na mesma casa com parentes e compartilha renda, alimentação ou despesas normalmente deve estar registrado junto com essas pessoas no CadÚnico.
O MDS permite que quem mora sozinho se cadastre como família unipessoal, mas ressalta que, para benefícios de transferência de renda, a entrevista domiciliar pode ser exigida conforme as regras e exceções vigentes.
Por que o governo fiscaliza quem declara morar sozinho?
O aumento expressivo de cadastros unipessoais levou o governo a reforçar as verificações.
Foram identificados casos de pessoas registradas como moradoras sozinhas quando, na realidade, viviam com outros integrantes da família. Isso pode dividir artificialmente uma família em vários cadastros e gerar pagamentos indevidos ou duplicados.
A fiscalização procura separar duas situações diferentes:
- quem realmente mora sozinho e tem direito ao cadastro individual;
- quem declarou uma composição familiar diferente da realidade.
A visita domiciliar permite que o entrevistador conheça o endereço e confirme as informações prestadas.
Ao mesmo tempo, exigir visita para todos pode gerar demora, especialmente em municípios com poucos profissionais. Por isso, o acordo tenta equilibrar fiscalização e acesso ao benefício.
Até quando valem as regras temporárias?
O acordo estabelece efeitos até julho de 2027.
Até essa data, MDS e INSS deverão revisar atos administrativos e ajustar seus sistemas para que a falta do registro de entrevista domiciliar não funcione como impedimento automático nos casos abrangidos.
O período também permitirá ao governo definir com mais clareza:
- as exceções à visita obrigatória;
- os procedimentos para convocação;
- a forma de atendimento nos municípios;
- os critérios para inclusão e atualização;
- o tratamento de pessoas com dificuldade de locomoção;
- as regras para áreas rurais ou de difícil acesso.
Como os detalhes operacionais ainda podem ser atualizados, beneficiários devem acompanhar comunicados oficiais e mensagens nos aplicativos.
O que continua igual no CadÚnico?
A alteração no cronograma não muda a função principal do Cadastro Único.
Ele continua sendo a base usada pelo governo para identificar famílias de baixa renda e selecionar participantes de dezenas de políticas sociais, como Bolsa Família, BPC, Tarifa Social de Energia Elétrica, Pé-de-Meia, Gás do Povo e programas habitacionais.
Também continuam valendo as seguintes regras:
- o cadastramento é gratuito;
- o atendimento é feito pelos municípios;
- os dados devem refletir a realidade da família;
- cada pessoa deve aparecer em apenas uma família;
- mudanças precisam ser informadas;
- o governo pode cruzar dados com outras bases;
- informações falsas podem levar ao cancelamento de benefícios.
O Cadastro Único registra endereço, composição familiar, renda, trabalho, escolaridade, deficiência e características da moradia. Essas informações ajudam o poder público a identificar quem atende aos critérios de cada programa.
De quanto em quanto tempo o cadastro deve ser atualizado?
A regra geral é atualizar o CadÚnico a cada dois anos.
No entanto, não é preciso esperar esse prazo quando ocorre alguma mudança importante.
A família deve procurar atendimento sempre que houver alteração em:
- endereço;
- telefone;
- renda;
- emprego;
- número de moradores;
- nascimento ou falecimento;
- escola das crianças;
- situação de deficiência;
- responsável familiar.
Famílias podem ser convocadas para atualização antes do período de dois anos, inclusive a partir de 18 meses da última entrevista.
Ignorar uma convocação pode gerar bloqueio, mesmo durante o período de flexibilização da visita domiciliar.
Como saber se o cadastro está atualizado?
A consulta pode ser feita pelo site ou aplicativo Cadastro Único.
O sistema permite verificar:
- Número de Identificação Social, o NIS;
- código familiar;
- situação do cadastro;
- data da última atualização;
- prazo para nova atualização;
- integrantes registrados;
- endereço informado;
- benefícios vinculados.
Na consulta completa, é necessário entrar com a conta Gov.br. Também existe uma consulta simplificada que pode ser realizada com dados de identificação.
Mensagens também podem aparecer nos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem.
Quem tiver dúvida deve procurar o CRAS ou o posto do CadÚnico no município.
Como atualizar o CadÚnico?
A atualização efetiva dos dados continua sendo presencial.
O responsável pela família deve procurar um posto do Cadastro Único ou um CRAS e levar os documentos solicitados.
Em geral, são necessários:
- CPF do responsável;
- documento com foto;
- comprovante de residência ou declaração de endereço;
- CPF das demais pessoas da família;
- certidões ou documentos de identificação dos integrantes.
O cadastro e a atualização são gratuitos. Não é necessário pagar intermediários.
Toda a família precisa comparecer?
Não.
Normalmente, apenas o responsável pela unidade familiar comparece e presta as informações sobre todos os moradores.
Essa pessoa deve ter pelo menos 16 anos e levar os documentos dos demais integrantes.
O município pode pedir a presença de outra pessoa em situações específicas ou agendar uma visita à residência.
Quem não deve esperar até 2027?
O novo prazo não deve ser entendido como uma autorização para adiar toda atualização cadastral.
A família deve procurar atendimento imediatamente quando:
- recebeu mensagem de convocação;
- o cadastro está vencido;
- mudou de endereço;
- alguém entrou ou saiu da família;
- houve alteração de renda;
- o benefício foi bloqueado;
- existem informações incorretas;
- declarou morar sozinho, mas vive com outras pessoas;
- foi incluída em averiguação cadastral.
Também não deve esperar quem pretende pedir o BPC ou tentar entrar no Bolsa Família.
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O prazo de julho de 2027 trata da implementação de procedimentos relacionados à entrevista domiciliar. Ele não suspende as demais exigências dos programas.
O benefício será bloqueado antes da visita?
Nos casos protegidos pelo acordo, a ausência do registro da entrevista domiciliar não deverá ser usada, sozinha, para bloquear ou impedir o benefício até julho de 2027.
Contudo, o pagamento ainda poderá ser interrompido por outros motivos, como:
- renda acima do limite;
- cadastro desatualizado;
- CPF irregular;
- composição familiar incorreta;
- descumprimento de uma convocação;
- indício de fraude;
- falta de documentos;
- perda de algum requisito do programa.
Ou seja, não ter recebido a visita não é o mesmo que estar dispensado de todas as obrigações cadastrais.
O que fazer se o Bolsa Família ou o BPC for bloqueado?
O primeiro passo é identificar o motivo.
No caso do Bolsa Família, a informação pode aparecer no aplicativo do programa, no Caixa Tem ou no extrato de pagamento.
No BPC, a consulta pode ser feita pelo Meu INSS.
Se a pendência estiver relacionada ao CadÚnico, a família deve procurar o CRAS ou o posto municipal responsável.
Leve:
- documentos pessoais;
- comprovante de residência;
- documentos dos moradores;
- mensagem de bloqueio, se houver;
- comprovantes de renda;
- protocolo de atendimentos anteriores.
Caso o problema seja a ausência da entrevista domiciliar em uma situação protegida pelo acordo, o beneficiário deve pedir que o município verifique a aplicação das regras temporárias.
Dúvidas sobre o Cadastro Único e programas sociais também podem ser encaminhadas ao Disque Social 121. O atendimento humano funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e o atendimento digital fica disponível 24 horas.
Cuidado com informações falsas sobre o CadÚnico
Mudanças em programas sociais costumam gerar mensagens alarmistas.
É comum circular a informação de que “todos terão o benefício cortado”, que “a visita foi cancelada” ou que “ninguém precisa mais atualizar o cadastro”.
Nenhuma dessas afirmações resume corretamente a mudança.
O cenário real é mais específico:
- a entrevista domiciliar continua existindo;
- algumas situações ganharam flexibilização temporária;
- novas inclusões unipessoais no Bolsa Família ainda exigem visita;
- casos com suspeita de irregularidade continuam sendo verificados;
- atualização cadastral permanece obrigatória;
- o prazo temporário vai até julho de 2027.
Também desconfie de pessoas que cobram para atualizar o cadastro ou prometem evitar bloqueios.
O serviço é gratuito e feito pelos canais oficiais do município.
O que beneficiários devem fazer agora?
Quem está com os dados corretos e atualizados não precisa correr ao CRAS apenas por causa do anúncio.
O ideal é:
- consultar a situação no aplicativo Cadastro Único;
- verificar a data da última atualização;
- ler mensagens no Bolsa Família, Caixa Tem ou Meu INSS;
- comparecer ao atendimento se houver convocação;
- informar imediatamente qualquer mudança familiar;
- receber a visita quando ela for agendada;
- guardar protocolos e comprovantes.
Quem realmente mora sozinho deve confirmar essa condição normalmente, sem medo de perder o benefício apenas por ser uma família unipessoal.
O problema surge quando a informação declarada não corresponde à realidade.
Mudança dá mais tempo, mas não dispensa atualização
O novo cronograma busca impedir que beneficiários vulneráveis sejam prejudicados por atrasos na realização de entrevistas domiciliares.
Até julho de 2027, a falta desse registro não poderá barrar automaticamente determinadas inscrições, atualizações, concessões ou manutenções do BPC e do Bolsa Família.
A visita, no entanto, não foi eliminada.
Ela continua obrigatória para novas inclusões de famílias unipessoais no Bolsa Família, para averiguações cadastrais e para casos com indícios de irregularidade.
O próximo passo do beneficiário é simples: consultar a situação do cadastro, manter os dados verdadeiros e atualizados e atender às convocações oficiais. Não é necessário pagar ninguém nem antecipar uma visita que ainda não foi marcada.
Perguntas frequentes

A visita domiciliar do CadÚnico foi adiada para 2027?
A exigência foi flexibilizada temporariamente em algumas situações até julho de 2027. A visita continua obrigatória para novas inclusões unipessoais no Bolsa Família e para cadastros em averiguação ou com indícios de irregularidade.
Quem já recebe Bolsa Família precisa receber visita?
A pessoa poderá ser visitada pelo município. Porém, até julho de 2027, a ausência do registro da entrevista não poderá, sozinha, impedir a manutenção do benefício nos casos protegidos pelo acordo.
Quem vai pedir Bolsa Família pela primeira vez precisa de visita?
Famílias formadas por uma única pessoa continuam sujeitas à entrevista domiciliar para nova inclusão no programa.
O BPC pode ser concedido sem visita domiciliar?
Até julho de 2027, a ausência do registro da visita não poderá impedir automaticamente a concessão do BPC, desde que os demais requisitos sejam atendidos.
O CadÚnico precisa ser atualizado de dois em dois anos?
Sim. A atualização deve ser feita a cada 24 meses ou sempre que houver mudança na família.
Quem mora sozinho pode receber Bolsa Família?
Sim, desde que realmente more sozinho e cumpra os critérios do programa. O cadastro poderá passar por entrevista domiciliar e cruzamento de informações.
O benefício pode ser bloqueado mesmo sem visita?
Pode, quando houver outros problemas, como cadastro vencido, renda acima do limite, CPF irregular, informações falsas ou descumprimento de convocação.
Onde consultar a situação do CadÚnico?
A consulta pode ser feita pelo aplicativo ou site Cadastro Único, além do CRAS ou posto municipal.
Precisa pagar para atualizar o cadastro?
Não. A inscrição e a atualização do CadÚnico são gratuitas.
Qual telefone atende dúvidas sobre o CadÚnico?
O canal do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social é o Disque Social 121.
INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:
Informacoes Atualizadas 2026:
