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Caixa desmente fake news para felicidade de usuários do Pix

Informações acerca do Pix voltaram a circular nos últimos dias e causaram preocupação nos usuários da Caixa. Entenda!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Símbolo do Pix no centro, com desenhos de mãos em volta.

Uma nova onda de notícias falsas sobre a taxação do Pix voltou a circular nas redes sociais e aplicativos de mensagens nos últimos dias. De acordo com o texto, a Caixa Econômica Federal passará a cobrar uma taxa de R$ 8 para a realização de transferências a partir do dia 19 de julho. 

Vale lembrar, antes de mais nada, que, no mês passado, o banco público chegou a anunciar a taxação do serviço apenas para empresas. No entanto, após reação negativa da população, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu que a medida fosse adiada. A instituição financeira atendeu à solicitação. 

Na ocasião, a Caixa se manifestou para esclarecer possíveis desinformações. Reforçou que a taxa seria apenas para pessoas jurídicas e em determinados casos, o que já é assegurado pelo Banco Central. Para as pessoas físicas, o serviço segue gratuito. Ainda assim, a fake news voltou a aparecer na internet.

Caixa faz novo esclarecimento sobre taxação do Pix 

Em resposta ao “Aos Fatos”, a assessoria da Caixa afirmou que a cobrança sobre o Pix para empresas segue suspensa e que nenhuma reunião foi realizada até o momento para tratar sobre o assunto. Ainda, disse que a decisão foi tomada no ano passado e agora aguarda para que os brasileiros tomem consciência a respeito da cobrança. 

Por isso, a mensagem que cita os valores que seriam supostamente cobrados pela transação é completamente falsa. Além disso, quando a medida for anunciada oficialmente pelo banco, valerá apenas para as empresas. 

Bancos já taxam o uso do recurso por empresas

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Como se trata de um aspecto previsto na regulamentação do Pix desde a sua criação em 2020, a taxação do recurso para empresas já é aplicada por algumas instituições financeiras do país como o Itaú, Santander e Banco do Brasil.

Com base nas determinações do Banco Central, são definidas as situações em que o serviço pode ser taxado. Exemplo disso se dá quando são realizadas mais de 30 transferências por mês ou se as transações são feitas para fins comerciais.

Imagem: harishs / pixabay.com – Edição: Seu Crédito Digital

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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