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Caixa vai custear até 95% do imóvel com o Minha Casa, Minha Vida

Caixa pode tornar o sonho da casa própria uma realidade mais próxima; o programa Minha Casa, Minha Vida teve mudanças incríveis. Saiba mais!

Ana FerreiraPor Ana Ferreira3 min de leitura
Moedas empilhadas até formar uma casa. Mão em cima da casa segurando uma moeda. Logo do Minha Casa, Minha Vida

No dia 7 de julho, o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida terá novas normas implementadas pela Caixa Econômica Federal. As mudanças têm como objetivo principal proporcionar melhores condições para aquisição da casa própria, por meio da redução das taxas de juros e da ampliação do acesso aos imóveis de maior valor.

Anteriormente, o programa beneficiava principalmente os brasileiros enquadrados na faixa 1, cuja renda familiar mensal não ultrapassava R$ 1.800. No entanto, as novas diretrizes concentram-se novamente nesse mesmo grupo, mas com um requisito de renda familiar de até R$ 2.640.

A mudança atual permitirá que mais famílias tenham acesso ao programa e obtenham subsídios de até 95% do valor do imóvel.

Taxas de juros reduzidas e ampliação de limites

Uma das mudanças mais significativas é a inclusão da opção de financiamento para imóveis usados. O programa era restrito à compra de imóveis novos, mas essa alteração amplia as possibilidades para os beneficiários, que agora poderão escolher entre imóveis novos e usados, de acordo com suas preferências e necessidades.

Além disso, o programa agora está disponibilizando alternativas de moradia para famílias que se encontram em condições de vulnerabilidade nas ruas. Essa medida busca combater o déficit habitacional e garantir o direito à moradia digna para todos os brasileiros.

O Conselho Curador do FGTS aprovou o aumento do limite de valor do imóvel no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. Agora, famílias com renda mais alta podem adquirir imóveis no valor de até R$ 350 mil. Nas faixas de renda mais baixas, o limite se alterna entre R$ 190 mil e R$ 264 mil.

Mais acesso para milhares de famílias brasileiras

Além disso, as taxas de juros foram reduzidas, contribuindo para a diminuição do valor das parcelas pagas pelos beneficiários. Para famílias com renda mensal de até R$ 2 mil, a taxa de juros foi reduzida para 4% ao ano nas Regiões Norte e Nordeste, bem como para 4,25% ao ano nas outras regiões.

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Por fim, outra mudança relevante foi o aumento do limite do subsídio, que passou de R$ 47,5 mil para R$ 55 mil. Esse incremento proporciona um apoio financeiro adicional para os beneficiários, contribuindo para a redução do valor total do financiamento e, consequentemente, das parcelas mensais.

A expectativa é de que as mudanças promovam uma melhoria significativa na qualidade de vida das famílias beneficiárias, fortalecendo a segurança e a estabilidade proporcionadas por um lar próprio.

Imagem: Monster Ztudio / shutterstock

Ana Ferreira

Autor

Ana Ferreira

Redatora do Seu Crédito Digital. Estudante de psicologia e serviço social. 23 Anos de idade e moradora de Brasília.

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