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‘Calvo do Campari’: homem alega ter levado golpe de empresa do coach

Um homem alegou em suas redes sociais que tomou um golpe da empresa do "Calvo do Campari". Saiba mais sobre o caso.

Paula PifferPor Paula Piffer2 min de leitura
Um homem sentado em um sofá com o notebook sobre as pernas. Ele leva as mãos a cabeça como se estivesse sofrendo, enquanto olha para a tela do computador.

Fabricio Muller publicou uma thread na sua conta do Twitter, onde acusa o “Calvo do Campari” de ter dado golpe nele. No entanto, à época, Muller não sabia quem era o homem que o havia fraudado. Entretanto, com a repercussão do caso de misoginia de Thiago Schutz, Muller deu um rosto ao criminoso.

Ele acusa Thiago Schultz, o “Calvo do Campari”, de ser o proprietário de uma editora, chamada Editora Schoba. Na época, Shutz usava o nome de Thiago Schoba, sendo o proprietário da empresa. No entanto, de acordo com Muller, ele pagou o valor de R$3.626,10 para a editora publicar seu livro.

Entretanto, ele acusa o “Calvo do Campari” de embolsar esse dinheiro e nunca lançar o livro. Segundo Fabricio, o caso aconteceu em 2017 e envolveu outros autores de livros que confiaram na editora. Ademais, a Muller acionou a empresa extrajudicialmente.

“Calvo do Campari” acusado de fraude

Quando Muller procurou a Justiça, conseguiu enviar uma notificação extrajudicial à empresa. Dessa forma, a Editora Schoba justificou que não lançou o livro porque estava em falência. Sendo assim, Muller propôs um acordo para reaver o dinheiro investido.

A editora do “Calvo do Campari” aceitou o acordo. Contudo, nunca pagou nenhuma parcela, segundo Muller. Em seu post, ele declara que “desse cronograma [de publicação do livro], não recebi nada”. Ademais, Schutz respondeu via editora que a empresa estava “no fio da navalha”. Ou seja, tentando se manter em funcionamento.

Muller pode não ter sido a única vítima

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Ainda, segundo Fabricio, ele não foi a única vítima de Schutz. Em sua thread, Muller publicou que existia um grupo formado por outros escritores que também foram enganados. Dessa forma, outros autores de livros fizeram investimentos na Editora Schoba e nunca tiveram seus livros publicados.

Por fim, Muller ainda ironizou em seu post dizendo que está aberto a renegociar a dívida. Postou “Quem sabe algum dia ele queira sentar num buteco para renegociar a dívida, prometo que não ofereço nenhuma ‘breja’, só Campari”. Em analogia às falas do “Calvo do Campari” em vídeos.

Imagem: Stockbakery / Shutterstock

Paula Piffer

Autor

Paula Piffer

Formada em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, atualmente é pós-graduanda em Negócios Digitais pela USP.

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