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Casa Branca emite dura crítica ao Lula; confira

O comunicado emitido por meio de porta-voz americano fazia referência à fala do presidente Lula durante viagem à China.

Avatar de Hannah Aragão Hannah Aragão · · 2 min de leitura
Imagem do presidente Luís Inácio Lula da Silva sorrindo e acenando, com a bandeira do Brasil atrás.

Nesta segunda-feira (17), por meio de comunicado oficial, a Casa Branca emitiu uma dura crítica ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A fala do porta-voz americano foi feita em referência a recentes declarações dadas por Lula durante viagem à China e aos Emirados Árabes.

Em sua viagem, o chefe do Executivo brasileiro teria citado que os Estados Unidos atua como encorajador da guerra na Ucrânia, assim, o país norte-americano respondeu.

Lula é criticado durante coletiva na Casa Branca

O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Kirby, afirmou durante entrevista coletiva que aconteceu nesta segunda-feira (17), na Casa Branca, que o Brasil não estaria considerando todos os fatos.

“Neste caso, o Brasil está papagueando a propaganda russa e chinesa sem observar os fatos em absoluto”, disse Kirby aos jornalistas.

O representante da Casa Branca também chamou de “profundamente problemática” a fala do presidente Lula sobre os EUA e a Europa prolongarem o conflito. John Kirby destacou ainda que Washington não se opõe ao fim da guerra.

O porta-voz afirma que o fim dos conflitos poderia acontecer “se o senhor Putin parasse de atacar a Ucrânia e retirasse suas tropas”.

O que disse o presidente Lula?

Ao citar que os presidentes de ambos os países, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, não tomavam iniciativa de paz, o presidente brasileiro completou dizendo que a guerra recebia também a contribuição dos EUA e da Europa.

Mas não foi apenas a Casa Branca que se manifestou após as declarações de Lula. Peter Stano, porta-voz da Comissão Europeia para Negócios Estrangeiros e Políticas de Segurança também fez críticas à fala do mandatário brasileiro.

Stano destacou que a Europa e os EUA estão ajudando a Ucrânia em sua legítima defesa, uma vez que o país “é vítima de uma agressão ilegal, uma violação da Carta das Nações Unidas”, declarou o representante europeu.

Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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