Atenção, consumidor! Casas Bahia surpreende ao anunciar que não venderá mais determinados produtos. De acordo com a rede de lojas, a expectativa é que essa medida ousada contribua para a superação da crise vivida pela empresa atualmente.
Com isso, as lojas devem voltar a focar nas atividades responsáveis pelo sucesso da empresa. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre a situação e conferir quais produtos sairão do catálogo da Casas Bahia.
Para sair de crise, Casas Bahia tira produtos do catálogo

Segundo as mais recentes informações, a Casas Bahia deve agora focar somente no seu negócio principal. Junto a rede Ponto, site Extra.com, a fabricante de móveis Bartira, o banco digital Banco e a empresa de logística Asaplog, o grupo tenta driblar a crise.
Para isso, a Casas Bahia volta a resumir seu catálogo em móveis, eletrodomésticos e eletrônicos. Assim, categorias como artigos para festa, decoração, cosméticos, perfumaria, pet shop, alimentos e bebidas não compõem mais as vitrines das lojas. De acordo com a companhia, esses produtos devem seguir no site da empresa, no entanto, apenas com a venda de terceiros, os chamados “sellers”.
Em entrevista coletiva, dada na última quarta-feira (20), na sede da Casas Bahia em São Paulo, o presidente do grupo Renato Franklin explicou a decisão.
“Nós estávamos gastando muito para sermos generalistas, tentando atrair clientes de outras categorias, como uísque, sendo que o nosso cliente de móveis e eletro já é muito fiel”, disse o executivo.
Saiba mais sobre as mudanças que ocorrem na rede de lojas
Ainda com base nas informações repassadas pelo presidente do grupo, ao enxugar o catálogo de produtos, a Casas Bahia espera economizar o equivalente a R$ 1 bilhão em estoque somente neste ano.
Veja também:
Consulta do último lote de restituição do Imposto de Renda começa amanhã (22)
Atualmente, a Casas Bahia conta com uma dívida bruta de R$ 3,7 bilhões. Apesar disso, Franklin ressalta que a companhia se sente confortável para seguir operando, destacando que a empresa tem como meta alcançar um crescimento sustentável até o ano de 2025.
Para isso, Renato Franklin não descarta a possibilidade de precisar se desfazer de ativos e imóveis, além de reduzir despesas.
Imagem: Divulgação / Casas Bahia
