A reforma tributária é uma das metas do governo Lula. Um dos pontos em discussão é o cashback de impostos para os brasileiros.
Cashback de impostos poderá ser destinado a ESTAS pessoas; veja se você está na lista
O cashback de impostos é um dos pontos abordados pela Reforma Tributária em discussão no Congresso. Saiba mais!
A medida é defendida pelo deputado Reginaldo Lopes (PT), que, agora, deseja que questões como raça, classe e gênero sejam levadas em consideração para a devolução de parte dos tributos.
Inicialmente, a ideia foi anunciada para atender as famílias inscritas no Cadastro Único nas compras de itens que compõem a cesta básica. Assim, ao comprar um produto essencial, uma parte correspondente aos impostos poderia retornar para o consumidor.
Em entrevista ao InfoMoney, o parlamentar Lopes alega que o cashback é uma forma de combater a regressividade do sistema tributário brasileiro. Desse modo, os brasileiros de baixa renda podem contar com um retorno que as demais camadas da população já contam como a restituição do IR ou cashbacks.
Cashback nos impostos
A noção de cashback do Imposto de Renda é um ponto defendido principalmente pelo secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, que é especialista no assunto e integra o grupo econômico do governo.
Em sua avaliação, o ideal seria criar um mecanismo de devolução diretamente pelo CPF. No entanto, existem alguns obstáculos nesse sentido.
De acordo com ele, o cashback seria mais eficiente do que a desoneração dos itens básicos, já que, caso assim fosse, as pessoas mais ricas também seriam beneficiadas.
Principais pontos da Reforma Tributária
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Agora, veja os principais pontos que compõem o texto que trata sobre a Reforma Tributária:
- Unificação de cinco impostos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS);
- Imposto dual;
- Imposto seletivo para produtos e serviços que prejudiquem meio ambiente;
- Desoneração de exportações;
- Alíquota diferenciada para setor de saúde;
- Imposto IBS cobrado no local de consumo.
A votação pelo Plenário da Câmara deve acontecer no próximo mês de julho, de acordo com o portal da Câmara dos Deputados.
Imagem: Oatawa / Shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
