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Ciclone de 2026: veja quando ventos de mais de 100 km/h atingirão o Brasil

O primeiro ciclone de 2026 deve se formar neste fim de semana e atingir cinco estados brasileiros, com ventos acima de 100 km/h.

Helena SerpaPor Helena Serpa5 min de leitura
Ciclone

O primeiro ciclone de 2026 já preocupa autoridades e meteorologistas devido ao potencial de causar ventos superiores a 100 km/h, chuvas intensas e risco de alagamentos em diversas regiões do país. O fenômeno deve se formar no fim desta semana e impactar principalmente áreas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A expectativa é de que o ciclone extratropical provoque mudanças bruscas no tempo, com tempestades severas, rajadas de vento intensas e acumulados elevados de chuva em curto período. A combinação desses fatores aumenta o risco de transtornos urbanos, quedas de energia e prejuízos à infraestrutura.

Quando o ciclone de 2026 começa a se formar

Leia mais: Ciclone extremo gera alerta vermelho de chuva e ventos fortes

Formação prevista a partir de sexta-feira

O ciclone extratropical começa a se organizar a partir da sexta-feira, com intensificação ao longo do sábado. Esse tipo de sistema atmosférico se forma geralmente a partir do contraste entre massas de ar quente e frio, ganhando força rapidamente.

Durante o processo de formação, áreas de instabilidade avançam pelo interior e pelo litoral, provocando tempestades já nas primeiras horas do fenômeno.

Pico de intensidade no fim de semana

Ventos mais fortes entre sábado e domingo

As rajadas de vento mais intensas estão previstas entre a tarde de sábado e o domingo, período em que o ciclone atinge seu estágio mais organizado. Em algumas regiões, os ventos podem superar os 100 km/h, especialmente em áreas abertas e próximas ao litoral.

Afastamento gradual para o oceano

No domingo, o sistema começa a se deslocar em direção ao Oceano Atlântico. Com isso, algumas regiões devem apresentar melhora gradual no tempo, enquanto outras ainda permanecem sob influência de instabilidades.

Regiões mais afetadas pelo ciclone de 2026

Estados na rota do ciclone

Cinco estados brasileiros estão diretamente na área de impacto do primeiro ciclone de 2026. São eles:

Mato Grosso do Sul

Paraná

Rio Grande do Sul

Santa Catarina

São Paulo

Essas áreas devem enfrentar temporais frequentes, ventos intensos e volumes expressivos de chuva ao longo do fim de semana e início da próxima semana.

Situação no Sul do Brasil

Rio Grande do Sul e Santa Catarina

No Sul, o ciclone deve causar tempestades severas, com risco de destelhamentos, queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica. Apesar disso, o Rio Grande do Sul tende a registrar melhora mais rápida, já no domingo.

Impactos no Sudeste

São Paulo com volumes elevados de chuva

Em São Paulo, os volumes de chuva devem ser menores em comparação ao Sul, mas ainda significativos. A previsão indica acumulados próximos de 50 mm, suficientes para causar alagamentos em áreas urbanas com drenagem deficiente.

Volume de chuva pode chegar a 100 mm

Acumulados elevados em curto período

Em quatro dos cinco estados afetados, os acumulados de chuva podem alcançar até 100 mm. Esse volume concentrado em poucos dias aumenta o risco de enchentes, deslizamentos de terra e transbordamento de rios.

Persistência do tempo instável

Mesmo após o afastamento do ciclone para o mar, o tempo instável deve continuar em parte do país. Isso ocorre devido à atuação de outros sistemas atmosféricos que reforçam a instabilidade.

Influência de outros fenômenos climáticos

Zona de Convergência do Atlântico Sul

A atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul contribui para chuvas persistentes e volumosas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte do Norte. Esse sistema favorece a manutenção de nuvens carregadas por vários dias consecutivos.

Zona de Convergência Intertropical

No extremo Norte, especialmente no Amapá, a Zona de Convergência Intertropical segue favorecendo pancadas de chuva frequentes, típicas desta época do ano.

Vórtice Ciclônico de Altos Níveis

Enquanto isso, a presença de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis reduz a ocorrência de chuvas em parte do leste do Nordeste, criando um contraste significativo entre regiões do país.

Riscos associados ao ciclone de 2026

Alagamentos e enchentes urbanas

As chuvas intensas elevam o risco de alagamentos, especialmente em áreas urbanas com sistemas de drenagem sobrecarregados.

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Queda de árvores e postes

Rajadas de vento acima de 100 km/h podem provocar queda de árvores, postes e estruturas metálicas, afetando o tráfego e o fornecimento de energia.

Prejuízos à agricultura

No campo, o excesso de chuva e o vento forte podem causar perdas em lavouras, dificultar colheitas e comprometer a logística de transporte.

Recomendações para a população

Medidas preventivas

É fundamental que moradores das áreas afetadas adotem medidas de segurança, como evitar áreas alagadas, não se abrigar sob árvores durante tempestades e reforçar estruturas expostas ao vento.

Atenção aos alertas oficiais

Acompanhar comunicados de órgãos de meteorologia e da Defesa Civil é essencial para reduzir riscos e agir rapidamente em situações de emergência.

FAQ

O que é um ciclone extratropical?

É um sistema de baixa pressão que se forma fora dos trópicos, associado a frentes frias, e pode provocar ventos fortes e chuvas intensas.

Quando o ciclone de 2026 começa a afetar o Brasil?

A formação ocorre a partir de sexta-feira, com maior intensidade entre sábado e domingo.

Os ventos podem ultrapassar 100 km/h?

Sim. Em algumas áreas, as rajadas podem superar os 100 km/h.

Há risco de alagamentos?

Sim. Os volumes de chuva previstos elevam o risco de alagamentos e enchentes, principalmente em áreas urbanas.

Considerações finais

O primeiro ciclone de 2026 reforça a importância do monitoramento constante das condições climáticas no Brasil. Fenômenos desse tipo têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos, exigindo atenção redobrada da população e das autoridades. A combinação de ventos extremos, chuvas volumosas e outros sistemas atmosféricos pode gerar impactos significativos, especialmente em áreas urbanas e regiões mais vulneráveis.

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INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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