O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) do Banco Central realiza, desde o dia 13 de março deste ano, o pagamento das garantias aos credores da BRK Financeira e da Portocred Financeira.
Clientes destes bancos têm muito dinheiro a receber: você está na lista?
Clientes de dois importantes bancos ainda não solicitaram suas garantias. Veja como solicitar e receber o dinheiro!
Ambas corporações tiveram liquidação extrajudicial em fevereiro e, até o momento, cerca de ⅓ dos 54 mil clientes das instituições ainda não solicitaram o pagamento de suas garantias.
De acordo com informações do FGC, a movimentação feita pelos credores dos dois bancos no último mês foi de mais de R$ 1,65 em saques. Entre os principais investimentos que permitiram a garantia do fundo estão as Letras Financeiras (LFs) e os Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGEs).
Passo a passo para solicitar o crédito do FGC dos bancos
Clientes da BRK Financeira e da Portocred Financeira que ainda não pediram o depósito de seu pagamento da garantia precisam realizar o procedimento dentro do site ou aplicativo do Fundo Garantidor de Crédito. Nos celulares, a plataforma está disponível para usuários dos sistemas iOS e Android.
Após isso, é necessário enviar uma cópia de um documento de identificação com foto e informar os dados bancários para o pagamento do valor.
Para estrangeiros, menores de idade ou responsáveis por espólio, o pedido acontece pelo e-mail [email protected]. Por fim, pessoas jurídicas possuem um formulário específico para o processo.
Como funciona o FGC?
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O Fundo Garantidor de Crédito é um recurso que garante a recuperação do patrimônio investido em determinadas modalidades, caso o banco decrete falência, liquidação extrajudicial ou regime de intervenção. Dessa forma, o objetivo é proteger quem investe no sistema financeiro brasileiro.
Atualmente, o fundo tem garantia ordinária de, no máximo, R$ 250 mil, para produtos como conta corrente, poupança, LCI e LCA, CDB e RDB, entre outros. Além disso, existe um teto máximo de R$ 1 milhão a cada 4 anos, a fim de pagar garantias a CPFs ou CNPJs.
Imagem: Andrzej Rostek / shutterstock.com
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