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Com baixo endividamento, Vivo se prepara para fazer novas aquisições

Vivo planeja investir até R$ 2 bilhões em novas aquisições até 2025. Com endividamento controlado, a empresa busca expandir e inovar no mercado de telecomunicações.

Gabriela Ferraz CamargoPor Gabriela Ferraz Camargo3 min de leitura
Tela de celular com logo da operadora Vivo. Ao fundo, teclado de um notebook. Empréstimo pessoal Vivo: como conseguir?

A Vivo, uma das gigantes do setor de telecomunicações no Brasil, está prestes a dar um grande salto em sua estratégia de crescimento. Com um endividamento controlado, representando apenas 1,5 vezes o EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization), a empresa possui uma posição financeira sólida que a prepara para novas aquisições.

Esta movimentação estratégica visa não apenas ampliar sua participação de mercado, mas também trazer inovações que podem transformar a experiência dos usuários e redefinir os padrões do setor.

Entenda a situação atual da VIVO

Tela de celular com logo da operadora Vivo. Ao fundo, teclado de um notebook.
Imagem: Alison Nunes Calazans / shutterstock.com

A relação entre dívida líquida e EBITDA caiu 3,7% em relação ao primeiro trimestre de 2024, atingindo 0,5 vez. Esse nível de alavancagem é considerado favorável para eventos de consolidação, conforme analistas do Itaú BBA.

O baixo nível de endividamento e o caixa positivo proporcionam à Vivo flexibilidade para realizar operações estratégicas. A empresa está avaliando algumas possibilidades, incluindo uma potencial operação com a Desktop (DESK3), provedora de internet do interior de São Paulo.

Aquisição da Ipnet

A Vivo anunciou a aquisição da Ipnet, uma das principais parceiras do Google no Brasil, com um valor de até R$ 230 milhões, dependendo do cumprimento de metas. A Ipnet é especializada em Google Cloud e Google Workspace, ampliando o portfólio B2B da Vivo.

Receita de Cloud: A receita de serviços de cloud da Vivo no segundo trimestre de 2024 foi de R$ 1,655 bilhão. A empresa está concentrada em aumentar sua presença em soluções de nuvem, com foco crescente em Google Cloud e Workspace.

Distribuição de Lucros

A Vivo planeja distribuir aos acionistas um valor igual ou superior a 100% do lucro líquido obtido nos próximos dois anos. Em 2024, a remuneração aos acionistas já atingiu R$ 4,137 bilhões.

Investimentos: A Vivo continuará a expandir sua rede de fibra óptica, mas prefere crescer em receitas que não exigem grandes investimentos de capital (capex).

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O Futuro Promissor da Vivo

O futuro parece promissor para a Vivo, que está bem posicionada para capitalizar as oportunidades de crescimento no mercado de telecomunicações. Com uma estratégia focada em aquisições inteligentes e inovação contínua, a empresa tem tudo para liderar a próxima onda de transformações no setor.

Esse compromisso com a excelência e a inovação é o que diferencia a Vivo e a posiciona como uma força dominante no mercado de telecomunicações. Ao continuar a investir em tecnologias emergentes e aquisições estratégicas, a Vivo está pronta para levar seus serviços a novos patamares e proporcionar uma experiência superior a seus clientes.

Imagem: Alison Nunes Calazans / shutterstock.com

Gabriela Ferraz Camargo

Autor

Gabriela Ferraz Camargo

Gabriela Ferraz Camargo é bacharel em Direito pela Universidade Paulista (UNIP) e atualmente cursa Publicidade e Propaganda na ESAMC (Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação). No portal Seu Crédito Digital, atua como redatora com foco em temas de interesse público, programas sociais, consumo e cotidiano. Sua formação multidisciplinar contribui para a criação de conteúdos claros, úteis e bem estruturados, que ajudam os leitores a tomar decisões mais conscientes no dia a dia.

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