A amortização de parcelas é um aspecto fundamental a ser compreendido por quem está financiando a compra de um imóvel por meio da Caixa Econômica Federal.
Como a amortização de parcelas funciona na Caixa?
Um aspecto fundamental a ser compreendido por quem está financiando a compra de um imóvel é a amortização de parcelas. Saiba mais!
Esse processo está diretamente relacionado ao pagamento das prestações mensais do financiamento imobiliário e ao pagamento gradual do saldo devedor, ao longo do tempo.
Entenda a amortização de parcelas na Caixa
Ao contratar um financiamento com a Caixa, é estabelecido um valor total a ser pago, dividido em parcelas mensais durante um determinado período. Cada parcela é composta por dois componentes principais: juros e amortização.
Os juros são calculados com base no saldo devedor, ou seja, na quantia que ainda falta pagar do empréstimo. Essa taxa de juros pode ser prefixada, com valor fixo ao longo do contrato, ou pós-fixada, vinculada a algum índice de referência, como a Taxa Referencial (TR) ou a Taxa Selic.
A amortização, por sua vez, refere-se à parte do valor da parcela que efetivamente contribui para a redução do saldo devedor.
A cada mês, uma parcela do pagamento é destinada à quitação da dívida principal, fazendo com que o valor do saldo devedor diminua progressivamente, tornando-se menor a cada mês que passa.
Inversão da proporção entre juros e amortização ao longo do tempo
No início do financiamento, a maior parte do valor da parcela é composta pelos juros, enquanto a parte destinada à amortização é menor.
Conforme as parcelas são pagas, a proporção entre juros e amortização se inverte, ou seja, a quantidade destinada à amortização aumenta, e a parte destinada aos juros diminui.
Essa inversão ocorre porque, ao longo do tempo, o saldo devedor é reduzido, o que diminui a base de cálculo para os juros. Com isso, a parcela passa a contribuir mais para o pagamento do principal e menos para o pagamento de juros.
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
É importante destacar que, mesmo com a inversão de proporção entre juros e amortização, o valor total da parcela mensal pode se manter o mesmo ao longo do contrato.
Isso ocorre porque a redução no valor dos juros é compensada pelo aumento na parte destinada à amortização. Dessa forma, a parcela continua a mesma, mas o valor pago de juros diminui ao longo do tempo.
Também é importante citar que é possível utilizar recursos, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para amortizar o saldo devedor ou antecipar o pagamento de parcelas do financiamento. Assim, reduzindo o prazo e os juros a serem pagos.
Por fim, para mais informações, acesse o site da Caixa Econômica Federal.
Imagem: casa.da.photo / Shutterstock.com
Pode ser do seu interesse:
