Neste ano, a declaração do Imposto de Renda deve ser enviada a partir do dia 1º de março até o dia 30 de abril. Ou seja, são 60 dias para que os brasileiros possam organizar todas as informações que precisam constar para a Receita Federal.
Para os investidores, as ações também precisam estar descritas no documento do imposto. Assim sendo, existem algumas maneiras de facilitar o processo e tornar a declaração um pouco menos trabalhosa.
Vale lembrar que além da declaração do IR, os investidores que aplicam em ações e obtêm lucros precisam pagar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) mensalmente.
Ações no Imposto de Renda: como declarar?
Um dos primeiros passos para realizar a declaração das ações é juntar todos os documentos com detalhes sobre as transações das ações. Tais dados podem ser encontrados facilmente nas notas de corretagem, no Darf e nos informes de rendimentos.
Depois disso, as instruções são as seguintes.
- Realize os cálculos dos lucros;
- Confira quais são os rendimentos isentos e quais são os tributáveis;
- Busque na declaração a opção “Bens e direitos” e clique no código 31;
- Informe o titular ou dependente e a localização;
- Insira o rendimento e o número do CNPJ da empresa emissora;
- Em “Discriminação”, aponte os detalhes (quantidade de ações, nome, corretora);
- Por último, acrescente o valor pago na aquisição.
É importante ressaltar que, em casos de ações distintas de uma mesma empresa, é necessário fazer a declaração de cada uma delas em diferentes itens.
Maneiras de preencher a declaração do IR
Existem algumas maneiras de preencher a declaração do Imposto de Renda. Confira.
- Preenchimento manual de uma declaração em branco;
- Preenchimento a partir da declaração realizada no ano anterior;
- Usar uma declaração pré-preenchida com dados atuais de outras declarações da Receita Federal.
Antes de finalizar o processo, é sempre recomendado conferir todas as informações inseridas no documento.
Imagem: Lais Monteiro / Shutterstock.com
