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Como não ser taxado na Shein?

A Shein se tornou o principal destino de compras de diversos consumidores. Veja como não ser taxado ao fazer uma compra na plataforma

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
mão segurando celular com app da Shein aberto

A Shein, plataforma de venda de roupas e acessórios, se tornou o principal destino de compras de diversos consumidores. No entanto, uma preocupação frequente é a possibilidade de ser taxado ao comprar esses produtos. 

Antes de fazer uma compra no exterior é necessário entender quais as regras e limites aduaneiros do país. Sendo assim, veja como funciona a taxação da Shein atualmente e saiba como não precisar pagar valores a mais pelos produtos. 

Como funciona a taxação da Shein? 

Brasil, por exemplo, a legislação estabelece que compras de até US$ 50,00, ou seja, cerca de R$ 250 na cotação atual, são isentas de tributação. No entanto, vale lembrar que nem sempre essa isenção é ocorre na prática. 

Diversos usuários passaram a reclamar que a Shein estava taxando compras, ainda que estas estivessem abaixo do valor pré-estabelecido pela norma. Contudo, ainda é possível aplicar algumas dicas para fugir da taxação. 

Dicas para não ser taxado na Shein

As compras abaixo de US$ 50 contribuem para que não haja a taxação. Contudo, existem outras dicas para evitar ser taxado na Shein.

  • Opte por produtos menores e não tão volumosos: Os pacotes pequenos chamam menos atenção da fiscalização;
  • Dividia os itens em diferentes compras: A divisão também chama menos atenção da fiscalização;
  • Faça compras em datas comemorativas: Durante datas comemorativas, o volume de pacotes é maior, sendo assim, a fiscalização acaba diminuindo;
  • Pedir embalagens mais discretas: As opções são menos chamativas para os fiscais. 

Governo propõe mudanças sobre varejistas 

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No entanto, é possível que as dicas não durem muito tempo. Isso porque o  ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou o desejo de cobrar impostos sobre compras de varejistas como a Shein, Shopee e AliExpress. 

De acordo com Haddad, a mudança tem como objetivo contribuir com a arrecadação para União. Dessa forma, a expectativa é de arrecadar cerca de R$ 150 bilhões, sendo que R$ 8 bilhões seriam de e-commerce como a Shein.

Imagem: Funstock/ Shutterstock

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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