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Como sacar a aposentadoria de um parente falecido?

Será que é possível ganhar a aposentadoria de um parente que faleceu? Saiba em detalhes o que diz a lei sobre isso.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
imagem de pessoa colocando a mão em caixão de velório, enquanto segura flores para parente falecido

Em suma, depois que um segurado falece é importante que seus familiares não saquem os benefícios, mesmo que a pessoa tenha direito à pensão por morte.

Assim, é fundamental que os familiares aguardem o recebimento do atestado de óbito antes de iniciar o processo de retirada do benefício. Isso porque este documento é necessário para comprovar a morte do segurado. Entenda mais!

Como receber a aposentadoria do parente falecido?

Uma vez que a família possui o atestado de óbito, ela deve entrar em contato com o provedor do plano de pensão ou com a administração da Previdência Social para iniciar o processo de retirada dos benefícios de aposentadoria.

Quando a família entrar em contato com a administração do INSS, ela deve estar preparada para fornecer o número do seguro social do falecido, a certidão de óbito, o nome e informações de contato do beneficiário.

Assim que o requerimento estiver completo, a administração do INSS vai analisá-lo e decidir se o parente é ou não elegível para receber os benefícios do falecido.

Afinal, o que é pensão por morte?

Esse benefício é oferecido pelo INSS e é pago mensalmente. Em suma, é uma forma de colaborar financeiramente com os dependentes de um falecido que era trabalhador.

Ou seja, a pessoa falecida contribuiu para o INSS ou estava aposentada. Além disso, a família precisa comprovar que depende desse dinheiro para sobreviver.

Qual o valor da pensão?

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Se a família conseguir o direito à pensão por morte, o INSS definirá qual valor será enviado como benefício.

Dessa forma, a família deve estar ciente de que o valor recebido pode ser inferior ao valor que o falecido tinha direito originalmente, pois a administração do INSS levará em consideração o salário do falecido e o tempo da sua contribuição.

Por fim, é importante se atentar aos prazos, pois o processo realizado dentro do prazo pedido receberá retroativos da data de óbito.

Imagem: Ground Picture / shutterstock.com

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Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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