A pesquisa realizada mensalmente pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) registra o preço médio da cesta básica no país. Para isso, são registrados os valores entre as capitais que fazem parte da pesquisa. Nesse sentido, no mês de agosto, houve uma redução em 16 das 17 localidades.
Comprometimento do salário mínimo para a compra da cesta básica varia nas capitais; veja o ranking
Preço médio da cesta básica compromete boa parte do salário mínimo dos brasileiros entre as capitais. Saiba mais!
Ainda assim, a quantia que uma família precisa dispor para comprar o item básico compromete uma boa parte do salário mínimo. Vale lembrar que, neste momento, o piso nacional está fixado em R$ 1.320.
Além dos dados da cesta básica, o DIEESE faz um apontamento bastante importante: o valor do salário mínimo ideal para atender as necessidades de uma família. Desse modo, em agosto, a quantia chegou a R$ 6.389,72, o que corresponde a quase cinco vezes o salário atual.
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Preço da cesta básica entre as capitais
Dentre as 17 capitais brasileiras que são analisadas pela pesquisa, apenas Brasília registrou um aumento no preço da cesta básica. Por lá, para comprar o item, são necessários, em média, R$ 689,98. Mesmo assim, a capital não está entre as localidades com os maiores valores. Veja.
- Porto Alegre: R$ 760,59;
- São Paulo: R$ 748,47;
- Florianópolis: R$ 743,94;
- Rio de Janeiro: R$ 722,78;
- Campo Grande: R$ 691,70.
Em contrapartida, a cesta básica com o menor preço foi encontrada em Aracajú pelo valor de R$ 542,67.

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Comprometimento do salário mínimo
Por fim, ao considerar os preços entre as localidades que compõem o levantamento, o DIEESE apresenta o percentual do salário mínimo que fica comprometido com a compra da cesta básica. Observe:
- Porto Alegre: 62,29%;
- São Paulo: 61,30%;
- Florianópolis: 60,93%;
- Rio de Janeiro: 59,20%;
- Campo Grande: 56,65%;
- Brasília: 56,51%;
- Curitiba: 56,11%;
- Vitória: 54,13%;
- Belo Horizonte: 52,91%;
- Fortaleza: 52,64%;
- Goiânia: 52,54%;
- Belém: 52,43%;
- Natal: 47,60%;
- Recife: 47,56%;
- Salvador: 47,16%;
- João Pessoa: 46,28%;
- Aracaju: 44,44%.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
