A coach de emagrecimento, Maíra Cardi, de 40 anos, e o investidor, Thiago Nigro, de 33 anos, anunciaram a decisão de se casar sob o regime de comunhão total de bens. Esse regime era a opção oficial de casamento até 1977, quando, devido à Lei do Divórcio, foi substituída pela comunhão parcial de bens.
Comunhão TOTAL de bens: entenda regime em que Maira Cardi e Thiago Nigro, o Primo Rico, vão se casar
O casal anunciou a decisão recentemente. Entenda o que envolve essa escolha e como isso afeta o patrimônio dos dois
Maíra e Thiago compartilharam a notícia durante a participação no podcast “PodC”, apresentado por Celso Portiolli. Mas como funciona esse regime? Quais suas implicações? Entenda um pouco mais a seguir.
Quais são as implicações do regime de comunhão total de bens?

O regime de comunhão total de bens implica a partilha de todos os bens presentes e futuros dos cônjuges, bem como suas dívidas passivas. Ou seja, todo o patrimônio adquirido, tanto antes quanto após o casamento, torna-se comum ao casal, que dividirá igualmente as responsabilidades e direitos gerados sobre esses bens.
No caso de divórcio, a divisão dos bens é igual. Assim, cada cônjuge terá direito a 50% do total do patrimônio, independentemente de quem tenha adquirido o bem. Além disso, há a partilha também das obrigações legais, como eventuais dívidas.
Por que os influencers escolheram esse regime?
No caso do casal, apesar de ambos terem carreiras bem sucedidas, ressaltam que a escolha foi motivada muito mais por convicções pessoais e religiosas do que por aspectos financeiros. De acordo com a entrevista, os dois creditam sua decisão à fé, amor, valores pessoais e ao compromisso que têm um com o outro.
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“Essa é a nossa decisão, o que é meu é seu. Como você casa com uma pessoa que tem certeza absoluta que é para sempre, se você não casa em comunhão total de bens?”, questionou Cardi, que é evangélica. Segundo ela, essa decisão está alinhada com a crença de que o casamento deve ser para sempre.
Imagem: Roman Motizov / Shutterstock.com
