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Comunicado importante da Serasa sobre dívidas acima de 5 anos, confira!

Comunicado da Serasa sobre dívidas acima de 5 anos: informe-se agora! Evite surpresas. Confira detalhes importantes aqui!

Helena SerpaPor Helena Serpa3 min de leitura
Aplicativo da Serasa aberto em smartphone

Muitas pessoas se perguntam sobre o destino de dívidas antigas e como estas afetam seu crédito. Especificamente, dívidas que ultrapassam cinco anos geram muitas dúvidas e discussões. A Serasa, uma autoridade no gerenciamento de créditos e dívidas, fornece esclarecimentos importantes para descomplicar essa questão.

Ao contrário do que muitos podem pensar, as implicações de uma dívida não desaparecem magicamente após cinco anos. Essa marca temporal traz mudanças significativas na maneira como uma dívida é tratada tanto pelos credores quanto pelos sistemas de proteção ao crédito, mas as obrigações associadas permanecem em vigor de formas distintas.

Como a dívida influencia o score?

Celular com a logo da Serasa na tela
Imagem: Alison Nunes Calazans / shutterstock.com

De acordo com informações da Serasa, uma dívida que completa cinco anos deixa de ter impacto direto na pontuação de crédito do consumidor, conhecida como Serasa Score. Isso pode, de fato, melhorar a acessibilidade ao crédito em outras instituições. No entanto, a empresa originária da dívida ainda pode manter registros internos e exercer atividades de cobrança por meios não judiciais.

Na linguagem do dia a dia, diz-se que uma dívida “caduca” após o quinto ano. No fundo, isto se refere ao processo de prescrição de dívida. Após esse período, o credor não tem mais o direito de requerer a quitação da dívida por processos judiciais. Isso também resulta na exclusão do nome do devedor das listas de pessoas inadimplentes nos bancos de dados de crédito.

O que é uma dívida prescrita?

O termo jurídico correto para uma dívida que não pode mais ser cobrada judicialmente é “prescrita”, não “caduca”, como comumente se diz. Embora a dívida prescrita ainda exista formalmente, o credor perde o direito de processar o devedor para recuperar o valor. Curiosamente, mesmo após a prescrição, um novo credor que consulte o CPF do consumidor não encontrará registros dessa dívida.

Estar livre de cobranças judiciais altera notavelmente o cenário para o devedor. No entanto, não implica o fim das responsabilidades do consumidor com relação à dívida prescrita. Os credores ainda têm permissão legal para tentar cobrar a dívida de maneira não judicial, o que frequentemente envolve acordos.

Como o Serasa ajuda na negociação de dívidas?

O Serasa oferece o serviço “Serasa Limpa Nome”, acessível pelo site ou aplicativo móvel, que facilita a negociação de dívidas pendentes. A plataforma simplifica a consulta e oferece opções de acordos personalizados para cada usuário, ajudando a regularizar situações de inadimplência de maneira rápida e prática. Essa iniciativa é crucial para auxiliar na recuperação da saúde financeira dos consumidores.

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Uma abordagem prudente para lidar com dívidas prescritas é buscar a sua regularização. Ferramentas como o Serasa Limpa Nome permitem não apenas a consulta gratuita dos débitos como também oportunizam a negociação de acordos com condições facilitadas. Essa negociação é essencial para restaurar a relação de confiança com o mercado e possibilitar futuras transações em bases sólidas.

  • Consultar débitos pendentes no Serasa Limpa Nome
  • Buscar alternativas de negociação
  • Manter a regularização das dívidas
  • Fortalecer a integridade financeira

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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