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Comunicado importante para brasileiros que vivem de aluguel

Governo relança programa habitacional com objetivo de tirar do aluguel famílias de baixa renda. Confira os critérios para participar!

Fernanda CadavalPor Fernanda Cadaval3 min de leitura
Comunicado importante para brasileiros que vivem de aluguel

Um importante programa do governo federal retorna para ajudar a tornar o sonho da casa própria uma realidade. Com foco nas famílias de baixa renda, o “Minha Casa, Minha Vida” está de volta, através de Medida Provisória.

O programa garante condições especiais de financiamento através da Caixa Econômica Federal, mediante cadastro nas prefeituras municipais. Com a volta do PT ao poder, o objetivo é proporcionar moradia digna, principalmente, para as famílias mais vulneráveis.

Veja como sair do aluguel com o Minha Casa Minha Vida

Durante o governo de Jair Bolsonaro, o programa foi modificado e tinha o nome de “Casa Verde e Amarela”. Agora, o Minha Casa, Minha Vida está com estrutura nova. Ele apresenta taxas reduzidas de juros, preços acessíveis e parcelamento facilitado do valor total do imóvel. Essas condições estão disponíveis para quem comprovar a vulnerabilidade social.

Outras novidades fazem parte da retomada do programa de habitação, tais como:

  • aluguel social;
  • possibilidade de adquirir imóvel urbano usado;
  • estratégias para proporcionar habitação aos moradores de rua;
  • comprar imóveis na planta.

O Minha Casa, Minha Vida tem como público alvo famílias que possuem renda bruta de até R$ 8 mil ao mês, nas áreas urbanas, e de R$ 96 mil ao ano, nas áreas rurais. Siga na leitura para entender os critérios.

Como é feita a divisão de renda para participar?

O programa habitacional do governo divide as famílias interessadas de acordo com a renda recebida e a área onde moram. Na região urbana, a renda bruta é dividida da seguinte forma:

  • Faixa 1: renda mensal de até R$ 2.640;
  • Faixa 2: renda mensal entre R$ 2.640,01 até R$ 4,4 mil;
  • Faixa 3: renda mensal entre R$ 4.400,01 até R$ 8 mil.

Já na região rural, a divisão ocorre assim:

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  • Faixa 1: renda anual de até R$ 31.680;
  • Faixa 2: renda anual entre R$ 31.680,01 até R$ 52,8 mil;
  • Faixa 3: renda anual entre R$ 52.800,01 até R$ 96 mil.

Os valores analisados pelo programa não levam em consideração a renda oriunda de benefícios como auxílio-doença, seguro-desemprego, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família.

Outro requisito do Minha Casa, Minha Vida é que o contrato e registro do imóvel seja feito, de preferência, em nome da mulher, sendo possível de ser realizado sem a autorização do marido.

De acordo com o governo, 50% dos imóveis serão destinados às famílias da faixa 1. Interessados devem procurar a prefeitura municipal ou a Caixa Econômica Federal.

Imagem: PHOTOCREO Michal Bednarek / shutterstock.com

Fernanda Cadaval

Autor

Fernanda Cadaval

Me chamo Fernanda Patzdorf Cadaval de Macedo, tenho 34 anos, e tenho formação em Letras- Português e Jornalismo. Ler e escrever estão entre minhas atividades favoritas. E poder ser uma facilitadora na formação de opinião das pessoas através do meu trabalho, é um grande privilégio dado por essa profissão que exerço há mais de 10 anos.

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