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Confiança do Comércio registra queda pela terceira vez consecutiva; veja

A Confiança do Comércio segue em trajetória de queda com o enfraquecimento da demanda atual das empresas. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
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O Índice de Confiança do Comércio (ICOM), divulgado pelo FGV IBRE, apresentou queda de 2,7 pontos, chegando a 86,5 pontos. Trata-se do terceiro recuo consecutivo. Vale ressaltar que nos últimos meses, o ISA, indicador componente, registra redução acumulada de cerca de 10 pontos.

“O enfraquecimento da demanda atual, somado às previsões pessimistas de redução nas vendas dos próximos meses, geram apreensão entre os comerciantes, que é agravada pela inversão da confiança dos consumidores nos últimos meses de 2023.”, apontou Geórgia Veloso, economista do instituto.

Resultados da Confiança do Comércio em novembro 

O Índice de Situação Atual (ISA) recuou 2,8 pontos, para 89,4 pontos, menor nível desde abril deste ano. É a quinta variação negativa para o índice. Entre os quesitos que compõem o ISA-COM, o indicador que trata sobre a situação atual dos negócios foi o que apresentou maior influência para o recuo da confiança no mês ao cair 4,4 pontos. 

Ainda nesse sentido, as avaliações sobre o volume de demanda atual também registraram queda pelo quinto mês consecutivo em novembro. Sendo assim, agora com redução 1,1 ponto, chegaram a 88,4 pontos.

Já o Índice de Expectativas (IE-COM), outro integrante da Confiança do Comércio, por sua vez,  cedeu 2,7 pontos, para 84,0 pontos. Sendo assim, as principais influências vieram de dois fatores. A piora das perspectivas de vendas nos próximos meses e do indicador que avalia a tendência dos negócios nos próximos seis meses são eles.

A imagem mostra uma mão digitando em um teclado de notebook e em nuvens carrinho de compras virtual.
Imagem: 13_Phunkod / shutterstock.com

Demanda insuficiente 

A demanda insuficiente é um dos fatores responsáveis pelo momento atual da Confiança do Comércio. Não à toa, nesse sentido, no trimestre encerrado em novembro, 29,4% das empresas afirmavam que a demanda insuficiente era uma questão limitante para a expansão dos negócios.

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“A variação da confiança descontada dos fatores sazonais evidencia que apesar da melhora do ambiente macroeconômico e do início das vendas de fim de ano o desempenho do comércio ficou aquém do esperado para o período”, afirmou a economista do FGV IBRE.

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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