Esta quarta-feira (15) foi marcada pela tensão dos investidores sobre uma possível crise no sistema financeiro global. Tal contexto foi agravado pelo Credit Suisse, que apresentou relatório com “fraquezas materiais” referentes ao último trimestre de 2022.
Crise bancária na Europa; entenda o caso do Credit Suisse
Em meio à crise no setor financeiro global, o Credit Suisse aparece com uma "má notícia" para os mercados. Saiba mais.
Simultaneamente, o mercado ainda absorvia a quebra de dois bancos norte-americanos nos últimos dias, com destaque para o Silicon Valley Bank – também conhecido como SVB -, que faliu na última sexta-feira (10).
Dessa forma, as situações do Credit Suisse e do SVB têm causado temor no setor financeiro global. Não à toa, diversos bancos ao redor do mundo “acompanharam” suas ações despencarem ao longo do dia de hoje, incluindo instituições financeiras brasileiras.
Crise no Credit Suisse?
Os ânimos do mercado financeiro global ficaram “animados” após o Credit Suisse apresentar resultados fracos referentes ao último trimestre de 2022. Simultaneamente, o Saudi National Bank, da Arábia Saudita, principal acionista do grupo suíço, informou que não vai aumentar sua participação na empresa.
Dessa forma, a tensão sobre a instituição financeira europeia aumentou ao longo do dia, de modo que o próprio banco solicitou às autoridades econômicas da Suíça para apoiar o grupo publicamente. Ou seja, a empresa visava diminuir a reação negativa do mercado.
O que não é à toa, afinal, ao longo desta quarta-feira (15), o valor das ações da empresa caíram em mais de 20% durante o pregão. Dessa forma, isto indica que os investidores estão receosos com uma nova crise no mercado de capitais.
Medidas para conter a crise
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Além do Credit Suisse, vale destacar que tal tensão segue mesmo com o governo dos Estado Unidos agindo “rápido” em relação ao fim do SVB. Inclusive assegurando o recebimento de depósitos para cotistas que possuem mais de US$ 250 mil no banco do Vale do Silício.
Dessa forma, vale analisar os desdobramentos da situação do Credit Suisse e como o governo suíço vai reagir frente às inconsistências dos números apresentados pelo grupo europeu. Ou seja, é esperado alguma reação positiva para conter os ânimos do mercado.
Imagem: Michael Derrer Fuchs / Shutterstock
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