Na última sexta-feira, 10 de março de 2023, os órgãos reguladores dos EUA suspenderam as ações do Silicon Valley Bank (SVB) da Nasdaq, após os títulos do grupo financeiro derreterem em mais de 60% no final da última semana. Assim, tal política tem afetado startups brasileiras.
Crise em banco americano atrapalha finanças de startups brasileiras
Em meio à crise de um grande banco dos Estados Unidos, startups brasileiras têm passado por incertezas. Saiba mais.
Afinal, o SVB, até então conhecido como banco das startups, geria parte do patrimônio de algumas empresas do Brasil. Dessa forma, investidores e empreendedores estão incertos sobre como o processo vai se desenrolar.
Simultaneamente à tensão entre as pequenas empresas brasileiras sobre o SVB, o banco norte-americano tem “vivido” seus últimos momentos. Ou seja, a tendência é que o governo norte-americano encerre as atividades da instituição financeira em um futuro próximo.
Tensão entre as startups brasileiras
Em entrevista ao portal NeoFeed, Bernardo Brites, CEO da Trance Finances, comentou que ainda não conseguiu realizar o saque do patrimônio que a empresa possui no Silicon Valley Bank. Segundo o empresário, o “sistema está lento” e alguns “saques pendentes”.
Ainda vale destacar que o “pendente” não quer dizer que não será possível realizar o saque. Contudo, impacta diretamente no prazo para realizar este tipo de operação. Nesse sentido, a Trance é “apenas” um caso de startups brasileiras que foram impactadas por este cenário.
Não à toa, diversos fundos de venture capital têm aconselhado empresas brasileiras a retirarem o capital que possuem sob gestão ou investidos no banco do Vale do Silício. Além disso, a situação da instituição financeira tem impactado inclusive outros mercados.
Fim do SVB?
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Na última semana, o mercado financeiro global ficou apreensivo em relação ao futuro do SVB quando o próprio banco encaminhou uma proposta de vendas de títulos, visando reforçar o caixa em mais de US$ 2 bilhões em meio ao processo de recuperação digital.
Vale destacar que, entre 2018 e 2021, o valor das ações do grupo dobraram. Contudo, com a crise no mercado digital e de criptos a empresa tem enfrentado problemas financeiros, culminando na intervenção federal acerca do negócio e no fechamento deste na última semana. Não à toa, startups brasileiras têm buscado retirar seu capital da instituição.
Imagem: TippaPatt/Shutterstock.com
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