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Culpa do Nubank? Bancões estão perdendo dinheiro neste setor

Instituições financeiras de remome estão perdendo espaço? Confira onde os bancos estão perdendo para a digitalização bancária!

Guilherme TirelliPor Guilherme Tirelli2 min de leitura
Bolsas

Os bancos digitais não estão de brincadeira! Em linhas gerais, as instituições virtuais rompem com as burocracias e taxas exorbitantes. Dessa forma, gigantes como o Itaú Unibanco e Bradesco perdem cada vez mais espaço no mercado. Isso decorre dessa nova onda da digitalização bancária e do surgimento do Pix, ferramenta que facilitou a vida de muitos brasileiros.

A queda das receitas de ambas as instituições assinala uma diminuição nos serviços atrelados à conta corrente. Confira qual é a margem da derrocada financeira desses bancos e o que o futuro resguarda para os próximos anos!

Uma queda significativa

Conforme levantamento divulgado pelo Itaú, o banco sugere que as receitas com taxas de correntistas caiu 9,2% no primeiro trimestre de 2023. A comparação é com o mesmo período do ano passado. Os rendimentos, na casa de R$ 1,7 bilhão ainda representam 17% da arrecadação da instituição na área de serviços ao cliente.

O balanço do Bradesco segue essa mesma linha. Na última sexta-feira (05), a empresa informou que a receita enxugou em pouco mais de 5%. Ainda assim, o montante corresponde a 21% das receitas nesse mesmo setor de serviços.

Nem tudo está perdido!

Embora os números referentes à conta corrente tenham diminuído, em outros setores dos serviços a situação é bem melhor. Nesse quesito se enquadram aqueles que envolvem os cartões. O número de maquininhas de cartão emitidas e em uso aumentou exponencialmente. De acordo com o Banco Central, entre os meses de janeiro e março, a taxa de empréstimos subiu em 18,2% em comparação com 2022.

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Quanto às receitas com cartão, o Itaú comemorou um aumento de 12,8% proporcionado pela emissão de cartões. Além disso, os pagamentos efetuados por intermédio das máquinas representaram um acréscimo de 30,7% nos valores cooptados. Por fim, no Bradesco o fenômeno foi similar. A alta superior aos 15% também foi motivo de comemoração.

“Essa evolução retrata a expansão da penetração de cartões em todos os segmentos, com destaque para a alta renda, que apresentou crescimento de mais de 39% na carteira de cartões”, sugeriu o banco.

Imagem: Anton_AV/shutterstock.com

Guilherme Tirelli

Autor

Guilherme Tirelli

Fissurado por novos desafios e aventuras, contar histórias e escrever são as minhas paixões. Acredito, portanto, no poder das palavras para construir pontes e emocionar. Atualmente estou no 6º semestre de Jornalismo pela Puc-SP, navegando por todos os campos da comunicação.

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