Você já ouviu falar do curso que garante acesso a dinheiro parado, relativo a impostos e cartão de crédito? Uma propaganda está correndo solta na internet afirmando que “você é um dos brasileiros que tem direito a recuperar dinheiro esquecido”, para isso, entretanto, deve contratar o tal curso.
Curso no Facebook permite recuperar dinheiro de impostos e do cartão de crédito?
Você está sabendo do curso que promete ajudar a recuperar dinheiro de impostos e do cartão de crédito? Descubra se é real!
O anúncio ainda alega que mais de R$ 500 milhões já foram recuperados por meio do curso. No entanto, tudo não passa de um golpe. O suposto curso nada tem a ver com o objetivo prometido, e visa unicamente tirar dinheiro dos consumidores.
Ademais, é possível que muitos internautas tenham acreditado nessa história, pois tem um pano de fundo real. O Banco Central realmente devolve dinheiro devido a certos cidadãos. Porém, não existe necessidade de nenhum curso para isso.
Como consultar os valores a receber?
A consulta pode ser feita de forma gratuita na página do Banco Central. Para isso, não precisa nem sequer fazer login com a sua conta GOV.BR. Tudo que deverá fazer é informar o CPF ou CNPJ que quer consultar e a data de nascimento do dono.
Já para saber como solicitar o valor devido (caso realmente tenha algo em seu nome), será necessário acessar a conta GOV.BR, que deve ser de nível prata ou ouro (saiba mais sobre a conta GOV.BR aqui). Clique aqui e logo depois vá em “Acesse o Sistema de Valores a Receber”.
Cuidado com os golpes online
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+311 mil seguidores
No mais, existe uma quantidade preocupante de golpes online. Muitos deles – a grande maioria, aliás – precisam de alguma “colaboração” da vítima para se concretizarem. Então, tome cuidado com as promoções milagrosas que brotam em anúncios nas redes sociais.
Bem como, não ache que porque um anúncio está em um site confiável, ele não é um golpe. Os golpistas sabem o tanto de dinheiro que podem fazer enganando as pessoas e não hesitam em pagar para vincular suas propagandas maliciosas, que muita das vezes, a plataforma não reconhece como fraudulenta, caso não seja sinalizada pelo usuário.
Imagem: Ink Drop e Suradech Prapairat / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
