Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Debêntures incentivadas rendem até 68% a mais que o Tesouro Direto

Debêntures incentivadas isentas de IR podem superar o retorno do Tesouro Direto em até 68%. Entenda como funciona e quais são os riscos desse investimento.

Eduardo MendesPor Eduardo Mendes2 min de leitura
Debêntures incentivadas rendem até 68% a mais que o Tesouro Direto

Debêntures incentivadas, isentas de Imposto de Renda, podem entregar um retorno líquido até 68% maior do que o Tesouro Direto em prazos semelhantes, segundo comparação divulgada nesta quinta-feira (16). O produto tem ganhado espaço entre investidores que buscam diversificar a carteira de renda fixa além dos títulos públicos.

Leia mais:

Vencimento do Tesouro IPCA+ 2026 exige nova decisão do investidor

Como funciona a comparação

Uma debênture incentivada da Rialma, por exemplo, paga IPCA+7,83% ao ano, enquanto um Tesouro IPCA+ com prazo equivalente remunera IPCA+7,26%. Como as debêntures incentivadas são isentas de IR, o retorno líquido da Rialma chega a 12,68% ao ano, contra 10,27% do título público, que sofre desconto de imposto.

O que isso significa na prática

Em uma aplicação de R$ 10 mil, essa diferença de rentabilidade pode representar receber cerca de R$ 128 mil na debênture contra R$ 76 mil no Tesouro, ao final do período — uma diferença de 68,8%. Outro papel citado, da MetrôRio, apresenta retorno líquido cerca de 47% superior ao do título público equivalente.

Quais são os riscos

Apesar do potencial de retorno mais alto, especialistas alertam para os riscos das debêntures em relação ao Tesouro Direto:

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google
  • Risco de crédito da empresa emissora, diferente da garantia soberana dos títulos públicos
  • Ausência de garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
  • Necessidade de avaliar a recomendação de um profissional antes de investir

Antes de investir

Analistas recomendam que o investidor avalie o rating de crédito do emissor, o setor de atuação e diversifique entre diferentes papéis antes de concentrar recursos em debêntures incentivadas, evitando expor a carteira a um único risco de crédito.

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

Eduardo Mendes

Autor

Eduardo Mendes

Eduardo Mendes é cofundador do Seu Crédito Digital, especialista em SEO, jornalista e bacharel em Administração de Empresas pela UFRGS. Apaixonado por finanças e empreendedorismo, escreve em blogs desde 2014 e atua criando conteúdos, vídeos e análises para ajudar o público a tomar decisões financeiras mais inteligentes.

Topicos relacionados