Você conhece a Peça Rara? A rede de franquias que começou como um único brechó está se tornando referência no setor de moda no Brasil. Essa é uma história de sucesso de um empreendimento que cresceu, se espalhou pelo país e atraiu grandes nomes do mercado.
Deborah Secco é sócia de brechó que fatura R$ 86 milhões
Conheça o negócio que começou como um brechó e alcançou um faturamento milionário, com franqueados por todo o país.
Fundado em 2007 pela empreendedora Bruna Vasconi, o Peça Rara era inicialmente um brechó de roupas baratas em Brasília. Hoje, a empresa já tem 72 lojas em diversos estados, entre unidades próprias e franqueadas, além de um faturamento anual de R$ 86 milhões.
Nomes de peso na jogada
Ao longo dos anos, o sucesso da Peça Rara atraiu personalidades brasileiras famosas. Entre os sócios do negócio estão a renomada atriz Deborah Secco e o executivo e empresário Carlos Semenzato, líder de um grande holding de franquias setoriais, o SMZTO.
Além deles, um dos franqueados da rede também é um empreendedor conhecido. O dono e fundador da Polishop, João Appolinário, conhecido como o “rei da TV do Brasil”, também garantiu a sua unidade “Peça Rara”.
Ambição de crescimento do brechó
Em entrevista ao Blog “Pequenas Empresas & Grandes Negócios”, a proprietária Bruna Vasconi revelou que a meta para 2023 é atingir um faturamento de R$ 160 milhões e chegar a 140 franquias.
Para isso, a empresária quer implantar um novo CRM (estratégias focadas no relacionamento com o cliente) para a empresa até o final do ano. Ela pretende investir mais de R$ 1 milhão em ferramentas que forneçam dados sobre seus fornecedores, clientes e estoque.
Outro plano da marca é a implementação de uma loja virtual. Essa seria uma grande mudança nas operações da rede, uma vez que atualmente cada loja é “abastecida” pela sua própria cidade. A ideia é criar um estoque de todas as unidades que estará disponível através de um site, criando uma espécie de “marketplace”.
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+311 mil seguidores
A Peça Rara
No negócio, compradores podem se tornar fornecedores (o que tem acontecido cada vez mais, segundo Vasconi). As pessoas que entram em uma das lojas para comprar uma peça de roupa costumam se transformar em participantes do empreendimento. Isso acontece da seguinte maneira: a pessoa pode deixar uma ou mais peças na loja, e quando o produto for vendido, ela recebe uma parte do lucro.
No ano passado, a rede comercializou mais de 1,7 milhão de peças, entre roupas femininas, masculinas e infantis. Atualmente, estão cadastrados mais de 158 mil fornecedores e 2 milhões de peças.
Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News
