O deputado Orlando Silva (PC do B-SP), tem ganhado certa notoriedade no país desde que apresentou seu Projeto de Lei (PL), que busca regularizar as questões envolvendo as fakes news. Recentemente, o próprio PL vem sendo vítima das chamadas fakes news.
Deputado famoso desmente fake news envolvendo seu Projeto de Lei
PL foi vítima de fakes news e o deputado precisou se posicionar sobre o assunto em suas redes sociais. Entenda o que houve.
Nessa semana, Silva se posicionou contra uma notícia falsa a respeito do texto de seu projeto. Por meio de um vídeo, o deputado negou que se a lei for aprovada será proibido compartilhar versículos bíblicos nas redes sociais.
Isso porque, algumas pessoas estavam compartilhando que seriam penalizadas em publicações de teor religiosos, mais especificamente, relacionados a Bíblia. A seguir poderemos saber os detalhes do vídeo de Silva e entender um pouco sobre o que seu PL realmente defende.
Orlando Silva grava vídeo sobre seu PL
No vídeo publicado em suas redes sociais, Silva estava ao lado do deputado Cezinha da Madureira (PSB-SP). Em seu post, o relator da PL das fakes news destacou que a Bíblia faz parte da cultura do país.
Sendo assim, ela está diretamente relacionada à fé e crença do povo brasileiro. Deste modo, a PL mantém respeito com a religião e não impede que seus trechos sejam compartilhados. Para se referir à Bíblia, o deputado usou frases como “livro intocável” e “texto sagrado”.
O que o PL das fakes news defende?
O PL 2630/20 tem o objetivo de estabelecer a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Deste modo, se o texto, ainda em tramitação, for aprovado, os perfis que compartilham as fake news serão retirados, pois de acordo com essa lei, este será um ato criminoso.
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+311 mil seguidores
Sendo assim, as próprias empresas das redes sociais onde as falsas notícias forem compartilhadas deverão sinalizar e invalidar esses perfis. Até o momento o relator ainda tem alguns trechos do seu texto que precisam de uma certa atenção.
Conforme o mesmo, era necessário pensar sobre qual seria o órgão ou instituição responsável por fiscalizar a lei a aplicar as punições relacionadas ao crime das fakes news. Ademais, no próximo dia 2, o texto de Silva será analisado.
Imagem: McLittle Stock/ shutterstock.com
