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Desemprego tem MENOR taxa desde 2015; confira os números

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam o registro da menor taxa de desemprego no país desde 2015. Confira!

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Carteira de trabalho ao lado de um teclado de computador branco

Nesta quarta-feira (31), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou dados que apontam a menor taxa de desemprego registrada no país desde o mês de abril de 2015. O percentual é referente ao trimestre encerrado em abril deste ano.

De acordo com as informações reveladas, analistas afirmam que o índice tem apresentado variações consideradas estáveis nos últimos trimestres avaliados, sendo de 8,4% e 8,5%. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre a situação do desemprego no país.

IBGE revela que taxa de desemprego do Brasil se mantém estável

Em perspectivas gerais, os dados divulgados nesta quarta afirmam que existem no Brasil cerca de 9,1 milhões de desempregados. Apesar do número ser de 100 mil pessoas a mais do que no trimestre anterior, o índice de desocupação é considerado estável.

Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), realizada pelo IBGE, outra série aponta a desocupação no país em 8,8%, entre o início de janeiro e o fim de março de 2023. O percentual apresenta queda em comparação ao mesmo período de 2022, quando o desemprego registrava dois pontos percentuais a mais.

Saiba mais sobre a pesquisa realizada pelo IBGE

Ainda, conforme o estudo feito pelo Instituto, o trabalhador brasileiro teve um aumento de 7,5% em seus recebimentos médios no ano. De acordo com as informações reveladas, o IBGE considera para o levantamento, dados referentes a trabalhadores com carteira assinada e também trabalhadores informais, como o caso dos microempreendedores.

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Para estudiosos da área, a estabilidade no volume de desemprego e a recuperação do mercado de trabalho se mostram como reflexos do período pós-pandemia. No entanto, a recuperação pode perder velocidade ao longo do ano com a desaceleração prevista para a atividade econômica diante das altas taxas de juros, a Selic, que seguem marcando 13,75% ao ano.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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