Nesta segunda-feira (17), teve início a primeira fase do programa de renegociação de dívidas do governo federal, o Desenrola Brasil, com a promessa de limpar o nome dos brasileiros com débitos de até R$ 100,00. Diante disso, nesta quarta-feira, a Caixa Econômica Federal anunciou que já retirou 225 mil clientes do cadastro de negativados.
Desenrola: Caixa divulga quantas pessoas tiveram o nome limpo
O Desenrola Brasil foi lançado com a promessa de limpar o nome das pessoas com débitos de até R$ 100. Confira quantos já foram contemplados!
O banco público tem a expectativa de que 13 milhões de clientes sejam impactados com essa e outras ações da instituição. A informação foi dada pela presidente da Caixa, Maria Rita Serrano, ao Estadão. Confira mais detalhes!
Desenrola Brasil na Caixa
De acordo com Maria Cristina Farah, vice-presidente de Negócios de Varejo da Caixa, levando em conta todas renegociações em potencial e não somente aqueles contemplados pelo Desenrola, a instituição pode atingir 13 milhões de clientes, o que representa 17 milhões de contratos de crédito, totalizando uma dívida no valor de R$ 221 bilhões.
Diante disso, Maria Rita Serrano afirmou que, nesta sexta-feira (21), todas as agências da Caixa no país estarão abertas uma hora mais cedo, com o objetivo de fazer uma campanha intensiva do Desenrola. Os clientes serão comunicados acerca do mutirão e a alta administração estará presente nas unidades do banco público.
Primeira fase do Desenrola
Também nesta quarta-feira (19), o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que juntamente com o Nubank — o qual foi o último dos grandes bancos a aderirem ao Desenrola, a iniciativa irá limpar o nome de 2,5 milhões de pessoas físicas.
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Nesta fase, estão sendo contempladas as pessoas que possuem renda de até R$ 20 mil e dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2022. Esse público corresponde à faixa 2, onde as negociações são realizadas diretamente com as instituições financeiras.
Já a faixa 1 começará a ser contemplada em setembro, quando o governo federal lançar uma plataforma de renegociação para aqueles com dívidas de até R$ 5 mil e renda de até dois salários mínimos (R$ 2.640,00) ou inscritos no CadÚnico.
Imagem: José Cruz/Agência Brasil
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