A presidenta do banco dos Brics, Dilma Rousseff, anunciou em evento na última terça-feira, 30 de maio de 2023, que o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) tem planos para aumentar o número de países membros.
Dilma revela que Banco dos Brics vai receber novos membros em breve
Além de novos países, a presidente do banco dos Brics comentou que pretende fortalecer moedas locais. Saiba mais!
Conforme Rousseff, o objetivo da instituição de financiamento é aumentar o número de nações emergentes dentro do grupo. Simultaneamente, o grupo financeiro também deseja priorizar moedas locais no processo.
Ainda, o comunicado de Dilma, sobre os planos do banco dos Brics, aconteceu na cerimônia da abertura do encontro anual do Novo Banco de Desenvolvimento. Vale destacar que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi responsável por indicar a ex-presidenta do Brasil para o cargo.
Expansão do banco do Brics
Conforme Dilma, o “objetivo, ao expandir o número de países, é buscar uma diversidade ainda maior, tanto em termos de geografia quanto de estágio de desenvolvimento”, dentro do banco dos Brics. Dessa forma, dando maior protagonismo para instituição de financiamento. Criado em 2014, atualmente o Novo Banco de Desenvolvimento conta com as seguintes nações:
- Brasil;
- Rússia;
- Índia;
- China;
- África do Sul;
- Bangladesh;
- Emirados Árabes;
- Egito.
Além disso, o Uruguai deve ser o próximo país aprovado dentro do NBD. Ainda sobre o tema, Dilma Rousseff comentou que o objetivo é colocar o banco dos Brics na liderança entre os mercados emergentes do planeta e nações em desenvolvimento.
Moedas utilizadas no NBD
Além da questão da expansão do banco dos Brics para mais nações emergentes, a instituição de financiamento deve aumentar as negociações feitas com moedas próprias dos países participantes.
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Consoante a Dilma Rousseff, tal prática já é comum, sendo que o yuan, moeda da China, representa 22% da carteira do banco. Contudo, o objetivo da nova mandatária do banco dos Brics é que este montante chegue a 30% até o ano de 2026.
Por fim, a nova presidente do banco dos Brics reforçou que os objetivos são “fortalecer o mercado doméstico dos países membros e também de proteger o tomador do crédito do risco das flutuações de câmbio”, sendo assim uma alternativa às variações do dólar americano.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
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