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Dinheiro depositado em bancos gera preocupação; entenda o motivo

Grande parcela da população diz estar preocupada com o dinheiro guardado em bancos do país. Entenda o motivo da insegurança!

João Renato Ferreira da SilvaPor João Renato Ferreira da Silva2 min de leitura
Homem de terno sentado a uma mesa entregando notas de dinheiro na mão de outra pessoa

Quase metade dos adultos dos Estados Unidos tem alguma preocupação com o dinheiro depositado em bancos. O dado, revelado pela empresa de pesquisas Gallup, ilustra o impacto da recente crise bancária do país sobre a população.

O caso ganhou mais um capítulo, no último dia 2, com a oficialização da venda do First Republic Bank, o quarto banco estadunidense a quebrar desde março. A seguir, confira detalhes da percepção dos cidadãos norte-americanos sobre o assunto.

Insegurança com o dinheiro nos bancos: veja os números

A pesquisa realizada nos Estados Unidos avaliou o nível de preocupação da população adulta em relação à segurança do dinheiro guardado em bancos e outras instituições financeiras do país. Veja os resultados:

  • Muito preocupados: 19%;
  • Moderadamente preocupados: 29%;
  • Não muito preocupados: 30%;
  • Nem um pouco preocupados: 20%.

Em 2008, na última grande crise financeira global (também iniciada nos EUA), a Gallup realizou uma pesquisa semelhante. Na época, uma parcela de 45% da população adulta demonstrou preocupação grande ou moderada com a situação, ou seja, 3 pontos percentuais a menos que no cenário atual (48%).

A nova pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 25 de abril. Nesse sentido, a quebra de bancos, como o Silicon Valley Bank (SVB), que deu início à recente crise, já havia impactado o público participante do levantamento, ao contrário da recente falência do First Republic.

Instituições financeiras em alerta

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Na última terça (2), com a confirmação da venda do First Republic para o JPMorgan Chase, ações de diversos bancos regionais dos EUA tiveram forte queda. Isso também é um indício da preocupação do mercado de que outras instituições do país estejam em situação parecida.

Além disso, após a quebra do SVB, o próprio Fed (o banco central do país) chegou a opinar que a situação revelava a necessidade de o órgão adotar regras mais rígidas para monitorar o setor bancário nacional. A declaração veio do vice-presidente de supervisão, Michael Barr.

Imagem: Atstock Productions / Shutterstock.com

João Renato Ferreira da Silva

Autor

João Renato Ferreira da Silva

Formado em Jornalismo e estudante de Letras na Universidade Estadual de Londrina (UEL).

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