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Dinheiro rasgado ou danificado perde valor? Entenda

O dinheiro rasgado ou danificado é inadequado para a circulação, mas será que ele perde o valor? Clique e saiba mais!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Imagem de uma cédula de 100 reais rasgada ao meio, com os dizeres "Sem Valor?" escritos em vermelho no quadrante debaixo, representando dinheiro rasgado ou danificado.

O dinheiro rasgado ou danificado é inadequado para a circulação, mas será que ele perde o valor? Tudo vai depender do grau de dano de cada cédula, segundo o Banco Central.

Para uma cédula se manter em circulação, ela precisa estar em boas condições de uso. Porém, mesmo que elas tenham algum tipo de dano, elas ainda podem ter algum valor.

O BC atualizou as regras para o dinheiro rasgado ou danificado, e vamos te contar tudo sobre o assunto!

Quando retirar o dinheiro rasgado ou danificado de circulação?

Segundo as informações do Banco Central, as cédulas são consideradas inadequadas para circulação quando:

  • Estão manchadas, sujas ou gastas;
  • Possuem desenhos, rabiscos, grafismos, símbolos ou qualquer coisa que não é natural da cédula;
  • Estão cortadas ou rasgadas em suas bordas ou no meio;
  • Estão queimadas ou danificadas por líquidos, explosivos ou outros agentes.

Mas, mesmo nestas circunstâncias, ainda cabe a avaliação do Banco Central para garantir que o dinheiro rasgado ou danificado ainda possui algum valor.

Quais são as cédulas com valor?

De acordo com o BC, as cédulas danificadas ou rasgadas, que são impróprias para circulação, mas que ainda possuem valor, são:

  1. Cédulas inteiras, mas gastas pelo uso. Elas ainda possuem valor e podem ser usadas pela população. Mas, em transações com um banco, devem ser encaminhadas ao Banco Central para destruição;
  2. Cédulas que possuem danos e rasgos, como, por exemplo, possuir mais da metade do seu tamanho em um fragmento. Elas têm valor somente para depósito, pagamento ou troca em algum banco.

Neste último caso, as instituições bancárias devem recebê-las do público e trocá-las pelo seu valor integral para posteriormente enviá-las ao Banco Central para destruição.

As que não possuem valor são as cédulas mutiladas, que não apresentam um fragmento maior que a metade de seu tamanho original. O BC recebe e analisa a possível destruição destas cédulas.

Imagem: fabio fersa / Shutterstock – Edição: Seu Crédito Digital

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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