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Dívida: confira qual estado brasileiro tem mais dívidas no país

Índice de endividamento das famílias de importante estado brasileiro cresce conforme o último levantamento. Confira!

Guilherme TirelliPor Guilherme Tirelli2 min de leitura
Casal chateado e preocupado sentado em um sofá na frente de várias contas a pagar, uma calculadora e um computador.

Não é de agora que a crise financeira está instaurada no Brasil. No entanto, importante levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) indica um cenário delicado. A pesquisa, feita em conjunto com a Federação do Comércio de Bens, Serviços de Turismo do Paraná (Fecomércio PR), aponta que 93,8% dos paranaenses estavam endividados em abril.

O Paraná já tinha apresentado um balanço negativo e liderava o ranking dos mais endividados do país no mês de março. Ainda que o número não seja tão distante dos 93,5% do último balanço, o cenário é delicado. Anteriormente, no mesmo período do ano passado, o endividamento era realidade de “apenas” 91,6% das famílias paranaenses.

Paranaense deve, mas paga

Embora o panorama seja crítico, os índices da inadimplência, ou seja, o ato de não quitar uma dívida, caíram. Em comparação com o mês de março, abril apresentou uma queda de 0,3 ponto percentual. Logo, o número de paranaenses com contas atrasadas reduziu para 22,2%.

Da mesma forma, aqueles que declararam não ter condições de arcar com seus débitos baixaram para 7%, em contraste com os 7,7% do mês anterior. Ao todo, 80% das dívidas dos paranaenses provêm dos cartões de crédito. Em seguida vem o financiamento de veículos, com 9%. Por fim, surge o financiamento imobiliário, com 8%.

Em resumo, de acordo com o coordenador de desenvolvimento empresarial da Fecomércio PR, Rodrigo Schmidt, endividamento não é o mesmo que a inadimplência. Portanto, ainda que o paranaense tenha dívidas, ele paga.

Sobre o cenário nacional

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Em abril de 2023, cerca de 78,3% das famílias brasileiras estavam endividadas, em um índice similar ao mês de março. Portanto, pode-se dizer que o segundo trimestre do ano revela uma estabilidade quanto ao endividamento. Ainda assim, 17,3% dessas pessoas afirmam que contraíram dívidas muito elevadas.

Em última instância, nota-se que o endividamento subiu entre as famílias que possuem renda superior à dez salários mínimos. O número passou de 92,3% em março para 94% no mês seguinte.

Imagem: fizkes / shutterstock.com

Guilherme Tirelli

Autor

Guilherme Tirelli

Fissurado por novos desafios e aventuras, contar histórias e escrever são as minhas paixões. Acredito, portanto, no poder das palavras para construir pontes e emocionar. Atualmente estou no 6º semestre de Jornalismo pela Puc-SP, navegando por todos os campos da comunicação.

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