Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Doença cardíaca dá direito a auxílio-doença ou aposentadoria?

Benefícios como auxílio-doença, agora intitulado auxílio por incapacidade temporária, e aposentadoria são concedidos por diferentes motivos.

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
INSS

No INSS, benefícios como auxílio-doença, agora intitulado auxílio por incapacidade temporária, e aposentadoria são concedidos por diferentes motivações a milhões de segurados em todo o Brasil. Para isso, existe uma série de requisitos e regras que permitem ou não a aprovação do benefício. 

Para os casos de auxílios concedidos em decorrência de alguma enfermidade, o instituto apenas contempla segurados com doenças consideradas graves. 

Doenças cardíacas são consideradas graves pelo INSS?

De acordo com o Ministério da Saúde, no país, as doenças cardíacas costumam atingir pessoas, em sua maioria homens, com idade superior a 50 anos. Aqueles que convivem com doenças cardíacas precisam lidar diariamente com as limitações impostas pela condição. Enquanto isso, das 300 mil pessoas por ano que sofrem Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), 30% vão a óbito.

Segundo o estabelecido pelo Governo Federal, cardiopatias graves asseguram o direito à aposentadoria pelo INSS. São consideradas doenças cardiovasculares graves aquelas que colocam em risco a vida do indivíduo e que limitem de forma progressiva o funcionamento do coração.

Doenças cardiovasculares podem dar acesso a aposentadoria ou auxílio-doença

A aposentadoria por invalidez deverá ser concedida ao colaborador quando este é considerado inapto para exercer seu trabalho. Para cardiopatas graves, existe ainda a possibilidade de o segurado ser dispensado do tempo de carência. Nesse caso, se o trabalhador necessitar de cuidados especiais, a aposentadoria poderá aumentar em 25%.

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Para segurados com cardiopatias consideradas mais leves, aquelas que apresentam chance de melhora, o trabalhador pode ter acesso ao auxílio-doença. No entanto, é necessário que o cidadão tenha um tempo mínimo de 12 meses de contribuição, além de estar contribuindo no período do diagnóstico. O segurado deverá então passar pela perícia médica da Previdência Social para que a análise do requerimento seja realizada.

Imagem: fizkes/shutterstock.com

Pode ser do seu interesse:

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

Topicos relacionados